Todos os anos se fala sobre a preservação do meio ambiente, no entanto tal conversa parece não estar surtindo efeito. Talvez o problema esteja ligado aos paradigmas existentes na cabeça dos cidadãos, tais protótipos são difíceis de mudar, e com isso, a natureza “paga o pato”.
Fazemos parte do meio ambiente, vivemos no meio ambiental e somos parte de sua composição. Tudo que fizemos a ele refletirá em nós mesmos. Isso parece ser algo irônico, não é mesmo? Afinal, quem quer contribuir para própria morte?
A consciência de que devemos cuidar do meio ambiente deve começar dentro de nós; para colheremos bons frutos no futuro, mas para isso, é necessário dar o primeiro passo e plantar a primeira semente, que germina e contribui para qualidade da vida humana, porém isso não basta, é necessário colocar a mão na terra, sentir o cheiro da terra molhada enquanto se rega, e poda-la até que chegue a recompensa de poder descansar embaixo de sua sombra.
A vida é um reflexo do que somos, quantas vezes não fomos conscientes e jogamos lixo na rua, não selecionamos os recicláveis dos orgânicos? Várias, e qual é o fruto disso? Cidades cada vez mais abafadas e com más condições de vida.
O mal que plantamos hoje será o fruto amargo do amanhã. Em muitos Estados como São Paulo isso já vem acontecendo, grandes poluições em rios e bueiros causam enchentes temerosas, que trazem destruição as cidades e desabriga milhares de famílias, neste momento não é a hora de culpar as chuvas, a culpa é de todos que poluem.
Além de ser uma irresponsabilidade causar poluição, o Art. 54. diz que de qualquer natureza em níveis que resultem ou possam resultar danos à saúde humana, ou que provoquem a mortalidade de animais ou a destruição significativa da flora acarreta pena ou reclusão, de um a quatro anos, e multa.
Tal lei não é suficiente para acabar com as imprudências que acontecem diariamente, porém comece por você, respeite a natureza.


