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Secretário promete reação dos EUA à condenação de Bolsonaro nos próximos dias

Secretário de Estado dos EUA não deixou claro quais medidas seriam adotadas e fez críticas a ministros do STF. Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão na última quinta-feira (11)

O secretário de Estado dos Estados UnidosMarco Rubio, disse, em uma entrevista nesta segunda-feira (15), que os EUA vão anunciar nos próximos dias medidas em resposta à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele não deixou claro quais seriam essas medidas.

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A maioria da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu condenar Bolsonaro e outros sete réus por tentativa de golpe de Estado. Os votos dos ministros foram concluídos na quinta-feira (11). O ex-presidente recebeu pena de 27 anos e três meses de prisão.

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Em entrevista à Fox News, Rubio se referiu aos ministros do STF como "juízes ativistas" que perseguiram Bolsonaro. Ele também afirmou que a Corte tentou punir cidadãos americanos por meio de medidas "extraterritoriais".

"Portanto, haverá uma resposta dos EUA a isso, e teremos alguns anúncios na próxima semana sobre quais medidas adicionais pretendemos tomar", afirmou.

Ainda na quinta-feira, Rubio já havia prometido que os EUA "responderão de forma adequada a essa caça às bruxas" contra Bolsonaro.

Além disso, o presidente Donald Trump classificou como "terrível" a condenação e disse estar "muito insatisfeito" com o julgamento. O republicano também comparou o caso com processos judiciais que ele próprio enfrentou.

"Isso é muito parecido com o que tentaram fazer comigo, mas não conseguiram de jeito nenhum. Mas só posso dizer o seguinte: eu o conheci como presidente do Brasil e ele é um bom homem", afirmou.

No mesmo dia, o vice-secretário de Estado dos Estados Unidos, Christopher Landau, afirmou que a relação entre Brasil e EUA estão no "ponto mais sombrio em dois séculos".

Tarifas e ameaças

Em julho, Trump enviou uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciando tarifas de 50% sobre produtos brasileiros importados pelos EUA. Na ocasião, ele justificou a medida, em parte, pelo que chamou de "caça às bruxas" contra Bolsonaro.

À época, o presidente norte-americano também determinou a abertura de uma investigação comercial, acusando o Brasil de adotar práticas desleais de comércio.

Na semana passada, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que os EUA estão dispostos a "usar meios militares" para "proteger a liberdade de expressão ao redor do mundo", em referência ao julgamento de Bolsonaro.

"A liberdade de expressão é a questão mais importante dos nossos tempos. Presidente Trump leva isso muito a sério, e por isso tomamos ações contra o Brasil", completou Leavitt.

Fonte original Portal G1

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