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Eleitores votarão em dois candidatos ao Senado este ano

Eleitores votarão em dois candidatos ao Senado este ano

Único cargo eletivo com mandato de oito anos estabelecido na Constituição Federal, o voto para senador é o que pode ser confuso nessas eleições.

É que, diferentemente das eleições de 2014, quando cada eleitor pôde votar em apenas um nome para o Senado, este ano duas das três vagas que cada estado e do Distrito Federal têm direito, o cidadão poderá votar em dois nomes para o Senado. Alternadamente, um terço, ou seja, 27 vagas e, dois terços, 54 vagas, são colocadas em disputa a cada quatro anos.

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Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, os dois votos têm pesos iguais. Não existe prioridade em razão do eleitor votar primeiro em um e depois em outro candidato.

Outro ponto importante, segundo a Justiça Eleitoral, é que não é possível votar duas vezes no mesmo candidato. Em caso de repetição, o segundo voto é automaticamente anulado, sem prejudicar as demais votações.

No final de semana, o ex-deputado federal Professor Picler anunciou que vai disputar uma das duas cadeiras ao Senado Federal pelo PSL.

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Até o momento, o Divulgacand, do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, ainda não confirma o registro da candidatura.

Picler já tirou até mesmo o CNPJ para ser utilizado durante a campanha eleitoral.

O candidato diz que “foi escolhido pelo Partido. Na realidade eu já estava como segunda opção do Partido. Com a desistência do Francischini eu assumi a candidatura.”

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A temporada de caça ao voto pela televisão começa nesta sexta-feira, dia 31 de agosto e vai até quatro de outubro.

No primeiro dia o eleitor vai conhecer os nomes dos candidatos a senador (5m), a deputado estadual (10m) e ao Palácio Iguaçu (10m), a programação acontece nas segundas, quartas e sextas.

No segundo dia, 1º de setembro, começa o horário eleitoral gratuito para deputados federais (12m30) e presidentes (12m30), mostrados sempre nas terças, quintas e sábados.

 

O Paraná é o quinto estado com maior número de e-Títulos emitidos até o dia 21: são 306.784 mil documentos emitidos. À frente do Paraná, estão São Paulo, com 1.262.559, Minas Gerais, com 339.387, Rio de Janeiro, com 337.483, e Bahia, com 334.433. Mas é importante ressaltar que, proporcionalmente ao eleitorado, o Paraná está à frente de todos esses estados.

Emitir o e-Título não é útil apenas por substituir a apresentação do título impresso, informar a situação cadastral do eleitor e permitir a emissão de certidão de quitação eleitoral e de crimes eleitorais, além de, no caso de eleitores que já passaram pelo recadastramento biométrico, dispensar a apresentação de documento oficial com foto no momento da votação. Com a reestruturação das zonas eleitorais ocorrida em 2017, grande parte dos eleitores paranaenses tiveram suas zonas e seções alteradas. Com o e-Título, o eleitor poderá consultar o número da sua zona e seção eleitoral para verificar se houve alguma mudança.

 

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