Buscar

Carregando...

Carregando favoritos...

Newsletter image

Assine nossa Newsletter

Junte-se aos mais de 10k+ de pessoas que serão notificadas por nossas novidades e notícias.

Não se preocupe, sem SPAM! Você pode cancelar a qualquer momento.

Confirmidade com a LGPD

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Ao continuar a utilizar o nosso site, você aceita o uso de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Uso.

Receba Notícias no WhatsApp

Cadastre-se para receber as principais manchetes diretamente no seu celular.

* Ao clicar em inscrever-se, você será redirecionado para o WhatsApp para enviar a mensagem de confirmação.

Publicidade
Anúncio

Assembleia retoma discussão sobre reforma de Ratinho Jr

Assembleia retoma discussão sobre reforma de Ratinho Jr

Continua após a publicidade

Continua após a publicidade

(Foto: Divulgação Alep)

Continua após a publicidade

A Assembleia Legislativa retoma nesta semana a discussão sobre a reforma administrativa do governo Ratinho Júnior (PSD), que havia sido suspensa após questionamentos dos deputados sobre o texto original proposto pelo Executivo. O governo garante que a nova versão do projeto mantém a previsão de extinção de 339 cargos comissionados e de economia de R$ 10,6 milhões ao ano com as mudanças previstas, que incluem a oficialização da redução do número de secretarias de 28 para 15, conforme compromisso de campanha do governador. Com as mudanças no texto, a proposta deve ser reavaliada agora pela Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia antes de ir à plenário.

Anunciada logo no início do novo governo como primeira medida da gestão Ratinho Jr, a reforma foi encaminhada originalmente ao Legislativo em 12 de fevereiro. Na época, a expectativa da liderança governista era de que ela fosse votada pelo plenário no início de março. Logo que o texto foi apresentado aos deputados, porém, ela começou a sofrer questionamentos. O principal deles veio de um estudo apresentado pelo deputado Soldado Fruet (PROS), apontando que ao invés de promover redução de gastos, a proposta elevaria as despesas com cargos comissionados em R$ 10 milhões. Isso porque, segundo ele, apesar de extinguir cargos com salários mais baixos, a reforma criaria outros, com vencimentos superiores.

Mesmo contestando os dados apresentados por Fruet, o governo admitiu problemas no texto original, e pediu a retirada da proposta um mês depois, em 13 de março, prometendo apresentar uma nova versão, com correções. O substitutivo foi então reapresentado na última quinta-feira. Segundo o governo, as mudanças promovidas seriam “mais na forma do que no conteúdo, e traria “ajustes e complementações considerados importantes para tornar a proposição mais clara e facilitar sua tramitação”. Segundo o Executivo, o novo texto da mensagem não altera a espinha dorsal do projeto, que é a diminuição do número de secretarias de 28 para 15.

O estudo indica que dos 2.515 cargos em comissão da administração direta foram cortados 261. Enquanto as funções de gestão pública passaram de 906 para 857, uma redução de 49. Já na Coordenação da Receita Estadual houve um corte de 29 cargos, passando de 89 para 60. No total, foram eliminados 339 cargos.

Receba nossas notícias no WhatsApp!

Entre no grupo Folha Extra 01 e fique por dentro de tudo.

Notícia Anterior
Edital do Enem 2019 é publicado; provas serão nos dias 3 e 10 de novembro
25/03/2019
Próxima Notícia
Detento é encontrado morto em cadeia pública da região
25/03/2019