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E agora, José?

E agora, José?

Com a gestão municipal prestes a terminar, os eleitores se deparam com uma situação que exige cuidados e muito senso crítico: reeleger nomes ou grupos ou apostar em novas mentalidades?

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Claro que o contexto da política nacional aponta para a aposta no “desconhecido”. Afinal de contas, alternância de poder é primordial para o bem estar da democracia. Quanto a isso não há dúvidas.

Mas nem por isso vale a pena apostar na troca de gestões pelo simples fato de “apenas trocar”. Há candidatos que desafiam os atuais grupos de situação com plenas condições de fazerem grandes gestões? Sem dúvida.

Entretanto, é preciso ter cuidado na hora dessas escolhas. Novas ideias são sempre muito bem vindas para a gestão pública. Pode-se dizer que são necessárias para dar fôlegos a estruturas que muitas vezes estão com a corda no pescoço.

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E aí que mora a armadilha. O eleitor precisa ser muito criterioso. Não pela questão da continuidade, ou da descontinuidade. Isso fica até em segundo plano quando se pensa em propostas, caráter, e ideais políticos.

Todos querem melhorias. Não existe município no mundo que não se possa melhorar. Mas de onde e como são propostas essas melhorias? Essa é a hora que o eleitor precisa, como já foi dito, analisar de forma crítica.

O que o seu candidato pensa sobre saúde, educação, infraestrutura básica (que engloba saneamento, pavimentação, etc), segurança e geração de empregos? Este tem que ser o foco na hora da escolha.

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Quem apoia quem deve sim ser deixado de lado. Não votar no candidato do prefeito pelo simples fato de não simpatizar com o atual gestor é estupidez, assim como votar no candidato do prefeito pelo simples fato de gostar do atual gestor também é estupidez.

A gestão município vai muito (mas muito) além de meros lados políticos, que deveriam vir à tona apenas de quatro em quatro anos.

Portanto, propostas em primeiro lugar, por gentileza.

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