A qualidade do ambiente para receber o estudante é fundamental. A avaliação foi feita pelo diretor Fábio Godoi Correia, da Escola Estadual do Campo Humberto Fernandes de França, localizada no município de Tomazina, ao comemorar os R$ 100 mil que a escola receberá do programa Escola 1000. O dinheiro será investido em diversas melhorias na infraestrutura, como reforma da quadra poliesportiva e do calçamento.
O Escola 1000 é uma iniciativa do governo do Estado, por meio da Casa Civil e da secretaria de Estado da Educação. Mil escolas da rede pública estadual serão contempladas com R$ 100 mil cada, para obras e reparos.
O chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni, explica que o objetivo é melhorar a infraestrutura para que os estudantes se sintam acolhidos, valorizados e, assim, rendam mais nos estudos. “Nesse sentido, a participação de toda a comunidade escolar na definição das obras é fundamental, tanto pela escolha da intervenção que será feita quanto pela transparência e controle posterior da aplicação do dinheiro, que pode ser usado para pintura, melhorias em laboratórios, nas quadras, reparos em banheiros, troca de portas, enfim, é a comunidade que decide”, afirma Rossoni.
A secretária de Estado da Educação, professora Ana Seres, destaca o benefício pedagógico. “Os investimentos terão reflexos no aproveitamento”, analisa a secretária, lembrando que os índices educacionais da rede pública do Paraná apresentaram melhora. O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) passou de 3,4 no ensino médio para 3,6. Nos anos finais no ensino fundamental, subiu de 4,1 para 4,3. E avançou de 5,8 para 6,1 nos anos iniciais do fundamental.
ESTÍMULO
O diretor Fábio Godoi Correia conta que foram feitos reparos pontuais com o dinheiro do Fundo Rotativo, mas com as novas verbas do Escola 1000 a reforma poderá ser bem mais ampla. “Então vamos resolver problemas de calçamento e deixar a quadra de esportes mais adequada e segura para todos”, resume o gestor. “Esses recursos são essenciais, pois a qualidade do ambiente para receber o aluno é fundamental. O estudante se sente mais estimulado a participar da vida escolar se o ambiente for propício”, destaca o gestor.
Para decidir onde investir o dinheiro, toda a comunidade se mobilizou. O diretor conta que além de professores, funcionários, estudantes e suas famílias, até moradores do entorno opinaram. “Nossa escola é rural, então vieram várias pessoas das chácaras e sítios próximos”, conta ele.
Ronilda Maria Donizetti, auxiliar de serviços gerais aposentada, foi integrante da Associação de Pais, Mestres e Funcionários (APMF) da escola. Ela diz que o dinheiro chegou em boa hora. “Foi muito boa a participação do pessoal na decisão das obras a serem feitas”, conta.
DA ASSESSORIA


