Durante este ano, a Polícia Civil formou 560 profissionais, sendo 68 delegados, 224 escrivães, 218 investigadores e 50 papiloscopistas
A secretaria de Segurança Pública do Paraná realizou, nesta quarta-feira (14), a formatura de 111 investigadores da Polícia Civil do Estado aprovados em concurso público. Estes novos servidores fazem parte da contratação de 10,8 mil policiais.
Além do aumento do efetivo, o governo também investiu na segurança pública com a compra de oito mil novos coletes balísticos, armamento novo e de 1,5 mil novas viaturas policiais. Na próxima semana mais mil veículos novos serão adquiridos por meio de pregão marcado para esta sexta-feira (16).
O secretário de Estado da Segurança Pública, Wagner Mesquita, disse que os novos investigadores irão reforçar o trabalho da Polícia Civil em todas as regiões do Paraná. “Os novos investigadores passaram por um importante curso de qualificação e estão prontos para essa importante carreira”, afirmou.
Ele destacou ainda os avanços salariais na gestão do Beto Richa. “Em seis anos, a remuneração cresceu mais de 60% acima da inflação. Isso é uma demonstração clara do respeito do Estado pelo trabalho do policial civil”, disse.
Durante este ano, a Polícia Civil formou 560 profissionais, sendo 68 delegados, 224 escrivães, 218 investigadores (contando com 111 que estão se formando esta semana) e 50 papiloscopistas, que já estão trabalhando nas unidades de todo Paraná. “Importante salientar que aproximadamente 40% de todo o efetivo da Polícia Civil foi contratado durante o governo Beto Richa”, afirmou Naylor Robert de Lima, delegado adjunto da Polícia Civil.
CURSO
Formados pela Escola Superior da Polícia Civil (ESPC), os alunos tiveram ao todo 330 horas/aulas, com duração de dois meses, período durante o qual eles receberam capacitação sobre técnicas de análise criminal, defesa pessoal policial, direitos humanos, operação policial, entre outros conhecimentos. “Foi um ótimo curso que nos preparou para exercer com qualidade a função de investigador. Estou confiante e otimista em começar logo a trabalhar”, afirmou o investigador formado Valdecir Martins.


