Buscar

Carregando...

Carregando favoritos...

Newsletter image

Assine nossa Newsletter

Junte-se aos mais de 10k+ de pessoas que serão notificadas por nossas novidades e notícias.

Não se preocupe, sem SPAM! Você pode cancelar a qualquer momento.

Confirmidade com a LGPD

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Ao continuar a utilizar o nosso site, você aceita o uso de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Uso.

Receba Notícias no WhatsApp

Cadastre-se para receber as principais manchetes diretamente no seu celular.

* Ao clicar em inscrever-se, você será redirecionado para o WhatsApp para enviar a mensagem de confirmação.

Publicidade
Anúncio

Haja molho de tomate amigo

Haja molho de tomate amigo

Preço do tomate tem a maior alta dos últimos vinte anos e produto já falta nos mercados. Produtor joga fora mais de 70 toneladas de tomate. Qual dessas manchetes estão corretas? Por mais contrastantes que elas estejam, as duas estão corretas e, verdade, ocorreram em menos de um ano.

Continua após a publicidade

Na primeira acompanhamos nosso querido tomate, responsável por suculentas macarronadas, protagonizar uma das maiores altas de 2016, embasbacando milhões de consumidores pelo país, que se queixavam que não teriam mais aquele delicioso “pomodoro” na mesa. Na manchete de hoje, vemos milhares de embasbacados com o desperdício de dezenas de toneladas da fruta ser descartada pelo produtor. Intactos e deliciosos frutos simplesmente jogados fora.

Já se perguntou porque desses opostos? Por que isso acontece? Vamos aos fatos, que diante deles não há argumentos, certo? Errado. Primeiro que as notícias poderiam ser diferentes caso houvesse mais programas dos governos com ênfase na cultura, ou seja, programas que capacitassem o homem do campo a produzir a espécie regularmente, na mesma proporção. Quer dizer, se não existisse a ápice da produção concentrada em períodos alternados, como ocorre atualmente, onde a maior parte do plantio é feita no período do frio. Repare como no verão, onde acontece a colheita, os preços caem e a oferta explode. Foi o que aconteceu na semana passada.

Por outro lado, no verão apenas produtores preparados e capacitados plantam, pois, no calor a cultura requer maior investimento em agrotóxicos, os preços sobem, o produto falta e o tomate vira notícia na imprensa deste Brasil que investe pouco na capacitação agrícola.

Continua após a publicidade

Então, para que tenhamos sempre nas nossas mesas, a querida e suculenta macarronada, supliquemos aos governos para que incentivem o homem do campo ou o grande produtor a regular o plantio e dar vida digna ao nosso querido e amado tomate. Sejamos constantes, afinal de contas, ninguém gosta de ser rei e plebeu ao mesmo tempo.

Continua após a publicidade
Receba nossas notícias no WhatsApp!

Entre no grupo Folha Extra 01 e fique por dentro de tudo.

Notícia Anterior
Paulo Leonar fecha primeira semana com 300 pessoas atendidas em seu gabinete
10/01/2017
Próxima Notícia
Prefeitura, vereadores e população fiscalizam obra de recape asfáltico em Wenceslau Braz
10/01/2017