Um levantamento encomendado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência mostrou que os jornais impressos se mantêm na liderança como o meio mais confiável, com 58%. As pessoas informaram que confiam muito ou sempre nessa mídia, contra 53% do mesmo levantamento feito um ano antes. A informação é de João José Werzbitzki.
Ou seja, a credibilidade do meio mais tradicional, no caso o jornal, se elevou em um ano 5 pontos porcentuais. No caso de TV e rádio, que aparecem na sequência, 54% e 52% das pessoas disseram terem plena confiança nesses veículos.
Outros veículos
A mesma pesquisa mostra que a desconfiança segue alta em relação a algumas mídias: 71%, 69% e 67% confiam pouco ou nada no que leem, respectivamente, em redes sociais, blogs e sites.
O resultado destas pesquisa não deve ser atribuída somente às pessoas mais velhas (comumente mais adeptas dos jornais impressos), pois a leitura de jornais por jovens tem crescido significavelmente. Dados levantados também no ano passado revelam que o interesse de jovens e adolescentes pelos jornais cresceu 13 %, ou seja, as informações estão sendo buscadas de fontes que eles consideram mais confiáveis e não volúveis.
Jornal impresso em alta
É certo que pelo grande comprometimento das mídias impressas, o levantamento traz um dado satisfatório tanto para quem lê, quanto para quem produz os jornais impressos.
Jornal impresso não envolve apenas uma grande equipe pelas inúmeras funções, mas se distingue de outros veículos de comunicação online por culminar em trabalhos como diagramação e impressão que dificilmente serão revertidos. Uma informação impressa necessita de cuidado redobrado, pois não se apaga e nem se altera.
Em W. Braz o jornal Folha Extra faz um trabalho incansável para transmitir informações de confiança e em tempo preciso, tanto nas mídias online quanto nas tradicionais edições impressas que servem de arquivo e são guardadas com carinho por quem recebe homenagens e prima pelo papel do bom e velho jornal.
Em entrevista Geraldo Gomes da Silva, leitor assíduo do jornal Folha Extra há 10 anos, relata que com o avanço da tecnologia as informações chegam aos leitores em tempo real, mas nem sempre apresentam fonte confiável, além de primarem pelo sensacionalismo para atrair o leitor sem se ater aos fatos reais.


