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Em busca do pão e de dignidade

Em busca do pão e de dignidade

Mais de 400 vagas por ano, além dos sete mil empregos que já oferecem, essas empresas familiares tem se saído muito bem no quesito geração de emprego, mas o objetivo maior é promover agregação de valores.

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Há alguns anos, o bitolamento em produção deixou de ser o foco de empresas. Hoje em dia as indústrias têm consciência social, ambiental e uma grande preocupação em gestão de pessoas.

Uma das empresas visitadas pela Folha Extra possui um sistema invejável de recursos humanos. Oferece de almoço à médico especializado dentro do próprio prédio, uma grande evolução desde que em primeiro de maio de 1886 na industrializada cidade de Chicago (Estados Unidos), milhares de trabalhadores foram às ruas reivindicar melhores condições de trabalho, entre elas, a redução da jornada diária de treze para oito horas. Neste mesmo dia ocorreu nos Estados Unidos uma grande greve geral dos trabalhadores.

As reivindicações foram se alastrando pelo mundo, incluindo o Brasil, atualmente marcado pela temida reforma da previdência que anula direito dos trabalhadores. Nesse cenário instável, as empresas privadas que querem atrair colaboradores satisfeitos e comprometidos precisam oferecer mais que um emprego, mas uma família.

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Contabilizando em horas, o trabalhador passa muito mais tempo na empresa que com sua família ou até mesmo dormindo, por isso o local de trabalho passa a funcionar como a segunda casa dos funcionários, é lá que ele sente quando está doente, que demonstra quando está triste ou feliz, entre outras reações que qualquer ser humano precisa expor. E é nesse momento que a empresa precisa cuidar do colaborador, de sua saúde física e mental e financeira. Incentivos nem sempre requerem valores em dinheiro, mas um olhar sensível a uma situação de necessidade pode conquistar pra sempre um funcionário.

As empresas teriam rendimento muito mais satisfatório se tratassem as pessoas como pessoas e não como máquinas irracionais. Neste dia do trabalho é preciso lembrar-se do trabalhador que de sol a sol busca seu sustento e só quer ser reconhecido todos dias.

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