A maior expectativa do produtor quando realiza o plantio é já estimar uma boa colheita. Ao longo dos anos, a tecnologia vem otimizando os resultados da agricultura em todo país.
Na última quinta-feira (04) a empresa Canopi organizou um evento para o fechamento da segunda edição do projeto ‘Canopi Mais Produção’, onde foram passados os resultados da produção, e as praticas usadas, como época de plantio, variedades e tratamentos, também foi aberta a terceira etapa do projeto que terá algumas alterações para satisfazer ainda mais os produtores.
Na primeira edição, o projeto se chamava ‘Canopi 200 ou +’, chamando a atenção do agricultor para alcançar a meta de 200 sacas ou mais por alqueire. Superada a expectativa, na segunda edição houve a necessidade de renomear o projeto, pois a meta de sacas já havia ficado para trás, sendo assim intitulou-se ‘Canopi Mais Produção’.
A presença de produtores no evento foi maciça, aproximadamente 260 pessoas, entre eles agricultores da Canopi matriz de Wenceslau Braz e das filiais de São José da Boa Vista e Santana do Itararé acompanhados de suas esposas.
O PROJETO
Segundo o diretor-presidente José Carlos de Moreira Souza, a criação do projeto veio para estimular o agricultor a melhorar sua produção, e implementar o que há de melhor em tecnologia viável para nossa realidade. A região vinha caminhando mais lentamente em relação às demais no tocante da produtividade, considerando isso para evitar que a produção de soja perdesse sua eficiência, a Canopi lançou esse projeto que visa estimular e premia o lavrador.
Durante as premiações quem garantiu a primeira colocação da 2º Edição do evento, foi o agricultor brazense, Seiji Uno, superando 243 sacas de soja por alqueire. Na primeira edição o agricultor também de Wenceslau Braz, Fernando Maichaki, havia alcançado 209 sacas, número que apesar de ser considerado expressivo, foi superado nesta última safra, também em virtude do ótimo clima ocorrido neste período.
Na solenidade José Carlos encerrou a segunda edição e deu início à terceira com, a participação do engenheiro agrônomo e pesquisador, Carlos André Schipanski, que conduziu a palestra sobre fitopatologia e controle de doenças da soja.
José Carlos explica que através de pesquisas como a de Schipanski, a Canopi tem conseguido otimizar seus trabalhos de consultoria. “O índice que comprova a eficiência dessas parcerias, são os produtores atendidos estarem conseguindo se manter acima da média de produção em relação a outros da própria região”, explica.
PREMIAÇÃO
As formas de condução dos campos e as premiações que acontecem a cada edição também passaram por mudanças. “Na primeira e segunda edição nós fazíamos um campo dentro da propriedade em cinco alqueires, onde se usava o máximo de tecnologia, nesta última edição o agricultor fará o projeto na área total e terá uma premiação maior, um carro 0 km e motos para a segunda e terceira colocação, as esposas dos ganhadores também receberam um bônus em dinheiro”, explica o diretor.
Quando o agricultor alcança uma alta produção, ele trás benefícios não só para si, mas para toda a região que tem sua economia voltada à agricultura. “Nós já estamos conseguindo isso, o agricultor mostrou que tem condição de produzir mais”, completa José Carlos
Os critérios para premiação são aplicados da seguinte forma: O agricultor indicará, na época da colheita, um alqueire que ele considera de melhor produção, e este será colhido com acompanhamento de uma equipe pré estabelecida, e a cada saca colhida, valerá um ponto, que será somado a outros critérios internos da Canopi, onde ele estará concorrendo aos prêmios.


