Sob pressão da base aliada, o presidente Michel Temer recuou e revogou decreto para atuação das Forças Armadas nas ruas do Distrito Federal. A revogação saiu em edição extra do "Diário Oficial " da União" nesta quintafeira (25). Em meio aepisódios de violência e depredação, o peemedebista havia publicado na quarta-feira (24) o decreto que permitia aos efetivos militares atuarem com poder de polícia até a próxima quartafeira (31), o que criou uma crise com a Câmarados Deputados.
Antes de tomar a decisão, o presidente foi alertado por auxiliares e assessores do desgaste que a presença das Forças Armada poderia causar à sua imagem, já prejudicada pelas delações da JBS.
Ele, no entanto, decidiu seguir adiante por entender que a escalada da violência geraria um dano ainda maior. Na própria quartafeira (24), o peemedebista disse que poderia revogar o decreto se a situação voltasse ao normal.
Pelo decreto, publicado em edição extra do "Diário Oficial da União", as Forças Armadas atuariam pela GLO (Garantia da Lei e da Ordem). O dispositivo autorizava os militares a atuarem com poder de polícia quando há o esgotamento das forças de segurança pública ou no caso de situações de perturbação.
Chegada de Bolsonaro lota aeroporto de Londrina
O saguão do Aeroporto José Richa ficou lotado de apoiadores do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), que desembarcou nesta quinta-feira (25) em Londrina para uma palestra. O polêmico deputado está acompanhado de seu filho, o deputado estadual fluminense Eduardo Bolsonaro (PSC), do deputado federal Fernando Francischini (SD-PR) e do vereador Filipe Barros (PRB).
A multidão impediu que o deputado chegasse até a imprensa, para quem concederia uma entrevista coletiva. Os organizadores o conduziram até um caminhão de som em frente ao aeroporto, de onde discursou.
Jair Bolsonaro se reuniu em um almoço com o prefeito Marcelo Belinati (PP) e com os legisladores da Câmara Municipal de Londrina (CML)
O próximo chefe da Casa Civil
Na disputa do governo do Paraná entre Osmar Dias e Ratinho Jr há uma única certeza: se um dos dois vencer, o chefe da Casa Civil será de político de Pato Branco. O condottiere de Osmar Dias é Augustinho Zucchi, que se reelegeu prefeito com 80% dos votos. O homem forte e principal consultor de Ratinho é Guto Silva, deputado estadual da cidade que também se elegeu bem na região.
Há algo em comum entre os dois além de serem de Pato Branco: os dois são súditos fieis do governador Beto Richa, que gosta da história. Em qualquer dos dois casos estará preservado. Na foto, Zucchi e Guto Silva ladeiam Beto Richa, a quem os dois rendem homenagens.


