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Órfãos da AM

Órfãos da AM

“Boa tarde meu senhor, minha senhora, aqui quem fala é seu locutor do coração!” Quem nunca ouviu esse bodão saindo dos alto falantes do rádio provavelmente nasceu nesta década, pois ouvir as emissoras de rádio é uma tradição seguida por todos os entes da família brasileira.

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As rádios mais antigas eram transmitidas usando Modulação em Amplitude, a famosa AM. A frequência foi por 80 anos o principal método de transmissão via rádio, contudo recebia constantes interferências de outras fontes eletromagnéticas, mas não tirava a emoção de sintonizar a velha AM de maneira detalhista e calculada para não apresentar chiado durante aquela música do coração.

As primeiras transmissões utilizando a freqüência iniciaram-se em 1906 por Reginald Fessenden. Até a I Guerra Mundial era utilizada para transmissão de músicas e recados diversos. A situação modificou-se com o surgimento das rádios comerciais, que deram início à era de ouro do rádio, que foi da década de 20 até os anos 50.

Décadas se passaram e apenas o longo alcance das AM’s seria um ponto relevante para sintonizar a frequência, pois a má qualidade motivou à maioria das rádios a migrarem para FM (Modulação em Frequência). Esta apresentava uma ótima qualidade sonora, mas com limitado alcance, chegando em média a 100 km de raio de alcance, fator que foi revolucionado com a chegada das rádios online que também poderiam sintonizar as FM no computador, celular ou tablet de qualquer lugar.

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Com a evolução e o caráter comercial que as rádios passaram a apresentar, a AM foi se tornando obsoleta e sua qualidade já havia sido ultrapassada. Não havia mais disposição para investimentos na frequência que, diferente da FM, não evoluiu com o tempo, deixando de ser ouvida por grande parte da comunidade.

Como tudo na vida, o rádio também evoluiu e algumas coisas ficaram para trás. O chiadinho no fundo daquela música romântica e da voz do locutor que não se esquecia da Dona Rosa ficaram no passado, no entanto uma geração manterá viva a memória das rádios AM extintas pouco a pouco no Paraná.

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