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Paranaenses chegam a ficar até 50 horas sem luz por ano

Paranaenses chegam a ficar até 50 horas sem luz por ano

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Interrupções no fornecimento de energia elétrica podem ocorrer ao longo de um ano, seja por causa de tempestades, obras ou acidentes. No ano passado, por exemplo, 4.432.475 consumidores do Paraná foram afetados em algum período, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Para quem mora em regiões urbanas, porém, o problema é menor. Nesses locais as unidades ficam em média 10 horas por ano sem energia, enquanto nas áreas rurais o período chega a ser cinco vezes maior, passando de 50 horas.

Para reverter esse quadro, a Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel) lançou no final de 2015 o Mais Clic Rural, considerado o maior programa de eletrificação rural já desenvolvido no Paraná. Com o intuito de expandir e modernizar a rede elétrica nesses locais, com foco em atividades agropecuárias de importantes processos produtivos, a previsão é de que sejam investidos R$ 500 milhões até 2018, sendo que até aqui já foi gasto um montante de R$ 200 milhões.

Com o investimento, a Copel vai implementar a tecnologia de redes inteligentes no interior do Paraná. Serão construídos 3 mil km de novas redes, cerca de 30 subestações, e instalados 3,5 mil religadores automatizados. As obras atuam em duas frentes: melhoria da infraestrutura para aumentar a qualidade do fornecimento de energia e tecnologias de automação para restabelecer o sistema com muito mais rapidez em caso de queda de luz.

De acordo com Júlio Omori, superintendente de projetos especiais da Copel e coordenador do Mais Clic Rural, o tempo de duração de uma interrupção no fornecimento de energia é um dos principais indicadores de qualidade do serviço. Ano a ano, a companhia tem reduzido esses índices de interrupção e agora tenta expandir essas melhorias também para as zonas rurais.

Entre 2015 e 2016, houve 13% menos desligamentos, e o tempo médio sem energia caiu 21%. Em Curitiba, o tempo total dos desligamentos caiu 30% no período.

 

Petrobras reajusta gás de botijão em 6,7%; preço será revisado todo mês

A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (7) uma nova política de preços para o gás de botijão, que passará a ser reajustado mensalmente. Este mês, os preços serão aumentados em 6,7%. O reajuste vale apenas para o gás vendido em botijões de 13 quilos e passa a vigorar nesta quinta (8).

Segundo a estatal, se o repasse ao consumidor for integral, o aumento no preço final será de 2,2%, ou R$ 1,25 por botijão. O último reajuste promovido pela estatal no preço deste combustível foi realizado no dia 21 de março, quando o valor cobrado nas refinarias subiu 9,8%.

A nova política de preços para o gás de cozinha institui uma fórmula que considera as cotações europeias do butano e do propano -gases obtidos a partir do refino de petróleo que compõem a fórmula do gás liquefeito de petróleo (GLP, o nome técnico do gás de cozinha). Sobre esse valor, será aplicada uma margem de 5%. Os reajustes serão automáticos e realizados no dia 5 de cada mês.

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