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Acusada de corrupção, Gleisi assume o PT nacional

Acusada de corrupção, Gleisi assume o PT nacional

Acusada pelo Ministério Público Federal (MPF) de receber R$ 1 milhão do esquema criminoso da Petrobras, investigado pela Lava Jato, a senadora Gleisi Hoffmann assume a presidência do PT Nacional no início da noite desta quarta-feira (5) durante solenidade em Brasília.

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O evento está marcado para as 19h e terá a presença dos ex-presidentes petistas Lula e Dilma Rousseff, além de presidentes estaduais do PT, parlamentares e dirigentes petistas de todo país. Durante a solenidade será empossado também o nodo diretório nacional do partido.

Nesta quinta, está marcada a primeira reunião do novo diretório Nacional para eleger a nova Executiva Nacional do PT. Em seguida, à noite, a juventude do PT e os membros jovens do Diretório Nacional farão uma conversa com a presidenta do partido.

Nesta sexta-feira (7), a agenda de Gleisi é com as mulheres.

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Mais US$ 3,5 milhões de corrupção depositados na Suíça são devolvidos ao Brasil

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Mais US$ 3,5 milhões que estavam em uma conta na Suíça foram repatriados aos cofres públicos do Brasil. A conta era controlada pelo ex-gerente de empreendimentos da área de Gás e Energia da Petrobras Edison Krummenauer, que fechou um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal no ano passado, no âmbito da Operação Lava Jato. A repatriação do dinheiro foi informada por autoridades suíças ao Ministério da Justiça brasileiro. Também foram obtidos documentos bancários referentes à mesma conta, que serão utilizados nas investigações e processos criminais. Em 2017 já foram repatriados US$ 10,2 milhões por intermédio de cooperação jurídica provenientes de investigações da Lava Jato. Krummenauer admitiu controlar a conta para recebimento de vantagem ilícita. O dinheiro era proveniente de crimes de corrupção de funcionários públicos e de lavagem de dinheiro.

Presidente da CCJ diz que não recebeu pressão de Temer na escolha de relator

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), disse na quarta-feira (05) que não recebeu qualquer pressão do presidente Michel Temer ou de pessoas ligadas a ele para definir o relator e a tramitação da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR). Pacheco disse que a decisão sobre a relatoria ocorreu durante conversas que teve com integrantes da própria Câmara.

“Não houve nenhum tipo de contato do presidente comigo, seja por telefone, seja pessoalmente. Eu sou deputado, já estive com o presidente outras vezes, mas, desde que houve esta questão, não tive nenhum contato com o presidente”, afirmou. No entanto, admitiu que discutiu a questão com deputados. “É muito natural que os deputados envolvidos nesta discussão, seja da base, seja da oposição. Eu recebi a todos que tivessem sugestões, preferências”, afirmou.

Na terça-feira (04), o deputado Sérgio Zveiter (PMDB-RJ) foi nomeado relator da denúncia contra Temer pelo crime de corrupção passiva na CCJ. “Designei um relator que considerei adequado para essa matéria, independente, para relatar com isenção esta denúncia”, disse Pacheco.

O presidente da CCJ espera que o relatório seja apresentado e lido na próxima segunda-feira (10). Após a leitura, será concedido à defesa de Temer um momento para que sejam feitas as considerações orais sobre o parecer.

O parecer do relator poderá recomendar a admissibilidade da denúncia ou a sua rejeição. A votação será feita pela chamada nominal dos membros titulares da CCJ. Caso o relatório de Zveiter seja rejeitado pelos membros da CCJ, será designado um novo relator para proferir o parecer vencedor, que deverá ser referendado pelos deputados da comissão e encaminhado ao plenário para votação.

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