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Cyber ataques e vírus colocam dados da população e empresas em risco

Cyber ataques e vírus colocam dados da população e empresas em risco

Com o passar dos anos o acesso e a evolução da tecnologia vem aumentando consideravelmente no Brasil, o que torna o brasileiro um dos povos mais digitalizados no mundo. Se tratando de acessos a redes sociais, o país é o líder mundial no ranking, seguido pelos aplicativos bancários, de alimentação e transporte.

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Se por um lado a tecnologia contribui com maiores facilidades, evita os deslocamentos e aproxima as pessoas, por outro, também são apontados alguns problemas, como é o caso dos ataques cibernéticos que podem colocar os usuários em risco, uma vez que pessoas a margem da lei vem nesse cenário um ambiente ideal para aplicar golpes.

O principal alvo dos criminosos na internet são os canais de atendimento de instituições bancarias como internet banking e o mobile banking. Cerca de 37,5% dos usuários de bancos acessam suas contas, realizam pagamentos e fazem transações, via internet, enquanto outros 21% realizam estes serviços através de aplicativos de celular. Os dados são da FEBRABAN (Federação Brasileira dos Bancos).

Os principais golpes são aplicados por e-mails falsos enviados para os usuários em nome da agência bancária, falsas ofertas de emprego, cadastros de sites de compras ou relacionamentos e etc. Na verdade, essas ações são realizadas pelos criminosos com objetivo de enviar os chamados “vírus”, ou seja, programas maliciosos que permitem que os mesmos possam a monitorar o comportamento das pessoas em seus dispositivos e, assim, ter acesso a dados como senhas e informações pessoais para, posteriormente, poder acessar às contas bancarias.

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As empresas não estão livres dos alvos dos criminosos que, principalmente por estas utilizarem de serviços de sites, marcas e estarem envolvidas com instituições financeiras e órgãos públicos, enviam boletos impressos ou digitalizados para débito automático referente a registros de sites, marcas, impostos, documentos e etc. Nesses casos, além do acesso a contas bancárias, os criminosos raptam informações de servidores e pedem quantias em dinheiro para devolver os dados, uma espécie de “sequestro digital”.

Os criminosos também têm usado golpes que clonam aplicativos bancários ou whatsapp e, assim, se passam pela pessoa titular da conta a fim de acessar dados bancários e, ainda, se passar por chefes e ordenar que seus funcionários realizem transferências ou depósitos.

Visando a proteção da população da região do Norte Pioneiro que utiliza a tecnologia como canal de acesso aos bancos, a Folha Extra entrevistou Reinaldo Luiz Krelling, gerente bancário a mais de dez anos que deu algumas dicas de como se proteger dessas situações que podem colocar os dados da pessoa e seu dinheiro em risco.

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Folha extra: Qual o principal risco dos usuários em utilizar o internet baking e mobile banking para acessar sua conta?

 

Reinaldo Luiz Krelling: Os aplicativos bancários apresentam um risco zero, pois é 100% seguro. O grande problema é o dispositivo que a pessoa realiza o acesso, os sites que a pessoa frequenta, vírus que podem existir no computador.

 

Folha Extra: Qual a melhor forma dos usuários se prevenirem ao utilizar esses serviços?

 

R.L.K: O ideal é a pessoa utilizar antivírus e sites seguros, não abrir e-mails que tenham anexos ou links, ter cuidado com pen drives que podem ter vírus e acessar o aplicativo do banco de um computador seguro, nunca de um computador de uma lan house, por exemplo. Tudo aquilo que tem anexos ou links e sites suspeitos, deixam o computador vulnerável.

 

Folha Extra: Os bancos enviam e-mails para os clientes pedindo dados pessoais ou para recadastrar contas?

 

R.L.K: Os bancos jamais enviam e-mail para os clientes. Se a pessoa receber um e-mail pedindo para preencher dados pessoais, senhas em 100% dos casos é vírus. Jamais a pessoa deve responder esses e-mails.

 

Folha Extra: Caso a instituição bancária precise entrar em contato com o cliente, quais são os meios utilizados?

R.L.K: Quando o banco precisa se comunicar com os clientes o contato será realizado via telefone, e mesmo assim nunca serão solicitadas informações pessoais ou senhas. Geralmente os clientes são comunicados a se encaminhar a uma agência.

Vale a pena ressaltar que o uso de antivírus e acesso a contas pessoais em dispositivos conhecidos também são eficazes na proteção de outras informações além das bancárias, como redes sociais, e-mails, dados pessoais e etc.

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