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Pepe Richa desiste da candidatura a deputado federal

Pepe Richa desiste da candidatura a deputado federal

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O secretário de Infraestrutura e Logística, Pepe Richa, não sairá mais candidato a uma das vagas da Câmara Federal pelo PSDB. A desistência foi motivada pelo descontentamento de deputados federais com a candidatura. Chegaram a falar que não apoiariam Beto Richa para o Senado, caso o secretário continuasse disposto a entrar na corrida eleitoral de 2018. Em 2010, Pepe também sinalizou que sairia, mas o mesmo grupo, com algumas mudanças, ameaçou de não apoiar Richa na corrida para o Palácio Iguaçu.

 

 

 

Filho do Governador deixa Esportes em abril

 

Já está certo: o filho do governador Beto Richa, Marcello, deixa a secretaria Municipal de Esportes na primeira semana de abril. Ele irá disputar uma das cadeiras da Assembleia Legislativa do Paraná. O prefeito Rafael Greca (PMN) já foi comunicado da decisão. Greca já está pensando no substituto. As articulações começaram nos bastidores. Alguns integrantes da base de Marcello querem um vereador encrencado no Ministério Público do Paraná, Thiago Ferro (PSDB), herdando a posição. Ferro está sendo investigado por apropriação indébita e se condenado pode pegar de um a quatro anos de reclusão.

 

 

‘Caixa 2’ ronda partidos mesmo com fundo público

 

 

A criação de um fundo público bilionário para o financiamento das eleições de 2018 não deve acabar com uma prática antiga no País: o chamado ‘caixa 2’, uso de recursos não declarados durante a campanha. Essa é a avaliação feita por dirigentes e líderes partidários das 12 maiores legendas nacionais. Ao serem questionados sobre o assunto, a maioria dos políticos do PMDB, PT, PSDB, PSD, PP, DEM PR, PTB, Podemos, PRB, PDT e PSB admite que o caixa 2 continuará existindo.

Na esteira das revelações da Operação Lava Jato, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu proibir a doação empresarial a candidatos em 2015. Diante da necessidade de financiar as campanhas e da constatação de que a arrecadação por pessoa física ainda não emplacou no País, o Congresso articulou a aprovação de um fundo eleitoral que pode chegar a R$ 2 bilhões.

A avaliação, no entanto, é de que o dinheiro não será suficiente para cobrir os gastos de campanha, especialmente dos grandes partidos, que costumam lançar candidato à Presidência e a governos estaduais.

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