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Governo reduz estimativa do salário mínimo 2018 pela segunda vez

Governo reduz estimativa do salário mínimo 2018 pela segunda vez

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O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, anunciou nesta segunda-feira (30) a revisão do Orçamento de 2018 com a previsão de redução de R$ 4 no valor do salário mínimo para o próximo ano, que passa de R$ 969 para R$ 965. Foi a segunda vez que o governo refaz a estimativa do valor do mínimo para 2018. Em outubro, o governo já havia divulgado uma previsão para o salário mínimo de 2018. O valor de R$ 979 que constava na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que então foi reduzido para R$ 969.

 

Richa sanciona Lei que isenta inscrição de mesários em concursos públicos

 

O governador Beto Richa (PSDB) sancionou o projeto nº 381/2017 de autoria do deputado Ademar Traiano (PSDB), presidente da Assembleia, que estabelece a isenção do pagamento de taxa de inscrição em concursos públicos para eleitores convocados para prestar serviços à Justiça Eleitoral. Com a sanção do governador, o projeto de Traiano se transformou em Lei e já vai beneficiar eleitores que prestarem serviços ao TRE nas eleições do ano que vem.

 

Álvaro Dias diz que resultados de pesquisas eleitorais “não são importantes”

 

O senador Álvaro Dias, que já foi filiado a vários partidos e hoje preside o Podemos (antigo PTN), aparece com algo em torno de 3% dos votos válidosna mais recente pesquisa do Ibope. O pré-candidato ao Planalto em 2018 disse que não está muito preocupado com esse resultado. “Esses números não são importantes, a não ser para satisfazer a curiosidade sobre maior ou menor visibilidade dos nomes pesquisados. São provisórios, sofrerão alterações significativas”, afirmou. Para Dias, pesquisas na atual conjuntura servem para medir os índices de rejeição e permitem a análise sobre o potencial de crescimento de candidatos. “A verdade é que esses números dizem respeito ao passado e ao presente. Muita água passará debaixo da ponte até que se consolide a preferência do eleitor.”

 

Cláusula da reforma política barraria quatorze partidos

 

Se a reforma política já fosse válida para as próximas eleições, 14 dos 35 partidos ficariam de fora. Isso porque, pela reforma política aprovada no início do mês pelo Congresso Nacional, a partir de 2019, para que os partidos tenham acesso a suas cotas do fundo, que serve para manutenção das agremiações e também pode ser utilizado para fins eleitorais, será necessário que as legendas tenham pelo menos 1,5% dos votos válidos nacionalmente nas eleições de 2018 para a Câmara e 1% desses votos em ao menos 9 unidades da federação. Além disso, eles precisarão ainda eleger pelo menos nove deputados federais distribuídos em nove estados. Assim, considerando o ciclo eleitoral de 2011-14, ficariam de fora PSTU, Podemos, PCB, PCO, PMN, PTC, PSOL, Avante, PSL, PRTB, PSDC, PRP e PHS. Já considerando o ciclo eleitoral de 2015-17, teriam sido barrados PCB, PSDC, PRTB, PCO, PEN, PPL, PSTU, PRP, PHS, Avante, PMN, PSL, Podemos e PTC.

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