Petrobras quer que a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) seja condenada a devolver, com seu marido, o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo, o valor de R$ 1 milhão aos cofres da empresa. O empresário Ernesto Klueger também é alvo da cobrança.
O pedido foi encaminhado ao ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), na ação penal em que a senadora foi denunciada por corrupção e lavagem de dinheiro. Nas alegações finais sobre o caso, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu que os três réus, além de condenados, fossem obrigados a pagar R$ 4 milhões em indenização aos cofres públicos, quatro vezes mais do que o R$ 1 milhão que teriam sido desviados da Petrobras para irrigar a campanha de Gleisi ao Senado em 2010.
TSE cria grupo para monitorar 'fake news' nas eleições
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) criou um grupo especial para estudar e desenvolver pesquisas sobre a influência das redes digitais nas eleições do ano que vem, em especial, sobre a disseminação das chamadas "fake news" - as notícias propositalmente falsas divulgadas nas redes sociais.Além disso, o TSE definiu nesta segunda-feira (11) que estudará a criação de um canal de denúncias on-line para que os eleitores informem conteúdos falsos durante o pleito. A reunião de ontem ainda firmou que irá monitorar ações internacionais para aperfeiçoar o combate a esse tipo de situação.
Senado Federal discute temas polêmicos sobre Segurança Pública
O Senado Federal discute, atualmente, temas de grande relevância para conter a escalada da violência em todo o país e que farão parte da Política Nacional de Segurança Pública. Dentre as ações previstas no projeto estão a revogação do Estatuto do Desarmamento, militarização das fronteiras e mais autonomia para os estados.Parte polêmica do plano discute a divisão de competência entre os entes federados em relação à segurança pública, ampliando a participação dos legislativos estaduais em matéria penal e processual penal, modelo parecido, por exemplo, ao utilizados pelos Estados Unidos.
Tiririca usa verba da Câmara para bancar viagens a locais de shows de humor
Tiririca nunca tinha usado a tribuna do plenário para discursar. Até a semana passada, quando resolveu anunciar o desligamento da política e criticar os colegas que havia prometido combater. O primeiro e único discurso do palhaço como parlamentar foi, basicamente, uma crítica ao que ele chamou de “a velha política”. Tiririca bradou que havia desistido das urnas, disse que a “vida boa” dos políticos causava “uma vergonha muito grande” tanto nele quanto em seus eleitores.
Mas, não citou as vezes que comprou bilhetes aéreos para seus compromissos como palhaço — e não como parlamentar. Em agosto, Tiririca comprou passagens para Ipatinga (MG), a R$ 2.746,52 — valor reembolsado pela Câmara. O bilhete foi emitido no dia 11, um dia antes de o humorista se apresentar na cidade. O caso se repetiu em setembro, quando ele comprou o trecho entre Recife e Fortaleza e, na agenda, tinha shows em Caruaru e em Juazeiro do Norte. Gastou mais R$ 377,70. Viagens dos assessores também coincidem com as datas dos shows do humorista.


