Buscar

Carregando...

Carregando favoritos...

Newsletter image

Assine nossa Newsletter

Junte-se aos mais de 10k+ de pessoas que serão notificadas por nossas novidades e notícias.

Não se preocupe, sem SPAM! Você pode cancelar a qualquer momento.

Confirmidade com a LGPD

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Ao continuar a utilizar o nosso site, você aceita o uso de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Uso.

Receba Notícias no WhatsApp

Cadastre-se para receber as principais manchetes diretamente no seu celular.

* Ao clicar em inscrever-se, você será redirecionado para o WhatsApp para enviar a mensagem de confirmação.

Publicidade
Anúncio

Anvisa libera e vacinas já podem ser aplicadas em farmácias

Anvisa libera e vacinas já podem ser aplicadas em farmácias

No último mês de dezembro, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) divulgou a liberação dos procedimentos de aplicação de vacinas em farmácias de todo o Brasil. De acordo com a nova resolução, estes estabelecimentos de atendimento à saúde podem promover a aplicação de vacinas.

Mas, para isso, não basta se dirigir a qualquer farmácia e solicitar a aplicação de um determinado tipo de vacina, sendo necessário se atentar a alguns critérios. Um deles é a necessidade da apresentação de uma receita médica para que a farmácia possa comercializar o medicamento no caso de vacinas que fazem parte do calendário básico de vacinação.

Continua após a publicidade

Ricardo Villordo, químico e farmacêutico, já atua no ramo de farmácia de dispensação há mais de 22 anos. Para ele, a liberação feita para ANVISA é vista como um benefício. “Vejo essa liberação como um benefício a população, pois a vacinação é uma ferramenta de prevenção de doenças. Antes de se desenvolver um problema de saúde, você previne através da vacina, então as pessoas têm que ter um acesso facilitado a este serviço”, destacou.

Villordo ainda falou sobre a dificuldade que existia antes da liberação, tornando o acesso a vacina mais complicado por parte da população.

“Antes da liberação, o acesso as vacinas era muito difícil, sendo necessário ter uma clínica com estrutura e profissionais específicos, o que fazia com que o acesso para população se tornasse caro e inacessível. Apesar da liberação, as coisas ainda continuam muito burocráticas. As farmácias terão que investir para se adequar as normas, não sendo todas que vão ter essas condições”, explicou.

Continua após a publicidade

Com relação as questões normativas da agência sobre os requisitos a serem seguidos pelas farmácias que irão aplicar as vacinas, Felipe Ricardo, chefe da Vigilância Sanitária do município de Wenceslau Braz, falou sobre o que os estabelecimentos de saúde terão de seguir para se adequar.

“Do ponto de vista sanitário, as farmácias que tem interesse em comercializar e aplicar vacinas terão que se adequar as normas estipuladas ANVISA, como estarem inscritas no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), fixação do Calendário de Vacinação, contar com responsável técnico e profissional habilitado para vacinação entre outras regras”, explicou.

Felipe também falou sobre as adequações estruturais que as farmácias terão que desenvolver para que fiquem aptas a oferecer este tipo de serviço. “As farmácias também terão que adequar a estrutura física conforme a RDC 50/2002 que específica alguns itens obrigatórios como equipamento de refrigeração para conservação das vacinas, transporte do medicamento, encaminhamento imediato para atendimento a intercorrências, registro das informações do cartão de vacinação entre outras normas”, destacou.

Continua após a publicidade

Para Felipe, as novas normas liberadas pela Anvisa devem trazer mais benefícios tanto para população quanto para as próprias farmácias. “A norma dá ao setor regulado mais clareza e segurança jurídica quanto aos requisitos que devem ser seguidos em todo o território nacional, além de facilitar o acesso da população ao medicamento. A vigilância sanitária do município estará acompanhando de perto as farmácias que tiverem o interesse quanto às diretrizes de Boas Práticas em serviços de vacinação”, comenta.

O Paraná já conta com uma regulamentação estadual desde o ano de 2016, mas Felipe relaciona o baixo número de estabelecimentos oferecendo os serviços a dificuldade de adequação as normas. “O Estado já conta com uma norma própria, porém, tem ocorrido uma baixa adesão devido à falta de espaço físico dos estabelecimentos para se adequar ao que a norma exige”, finaliza.

Receba nossas notícias no WhatsApp!

Entre no grupo Folha Extra 01 e fique por dentro de tudo.

Notícia Anterior
Prefeitura de Wenceslau Braz volta do recesso com mudança da sede administrativa
08/01/2018
Próxima Notícia
Grupo troca lacres por cadeiras de rodas e devolve locomoção à cadeirantes
08/01/2018