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Conselho do TSE discute prevenção de notícias falsas em campanha eleitoral

Conselho do TSE discute prevenção de notícias falsas em campanha eleitoral

O Conselho Consultivo formado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fez sua primeira reunião na segunda-feira (15) para discutir internet e eleições. Na pauta, impulsionamento de publicações, uso de robôs e, especialmente, formas de combater a disseminação de notícias falsas (fake news), com destaque para as ações de educação da população para a mídia.

O secretário-geral da presidência do TSE, Luciano Felício Fuck, disse que o tribunal busca elaborar uma política que previna dificuldades atreladas às tecnologias no processo eleitoral. Para Fuck, isso é necessário porque os instrumentos antigos, que estão à disposição e que eram objeto comum de decisões, podem se tornar inócuos e ineficientes. Então, a ideia é ajudar na instrução tanto dos candidatos quanto dos juízes, além dos próprios eleitores.

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“O foco não está na punição, está justamente na prevenção, no que pode ser feito para prevenir, por exemplo, o spam, fazendas de likes inapropriadas ou robôs agindo de forma negativa”, citou Fuck. Ele disse que essa perspectiva é a que mais pode garantir efetividade em uma campanha curta. “É muito mais fácil prevenir problemas do que repará-los depois. Ferramentas de denúncias e cartilhas são algumas das iniciativas que estão em discussão”, adiantou.

Na reunião, a organização não governamental (ONG) Safernet apresentou exemplos de ações adotadas especialmente na União Europeia e nos Estados Unidos, bem como no Canadá. Presidente da Safernet, Thiago Tavares avalia que há uma tendência de se trabalhar com a questão das boas práticas, sobretudo de educação cidadã. Entre os casos relatados pela Safernet, estão o uso de robôs para garantir informações complementares ao que é divulgado em tempo real e mecanismos de "alfabetização midiática".

O conselho formado pelo TSE voltará a se reunir no dia 29 deste mês e, até a definição das políticas que serão adotadas, deve manter a periodicidade de uma reunião a cada quinzena. De acordo com Tavares, os encontros são necessários para compreender um problema supercomplexo, que envolve direitos fundamentais, e que não pode ser encarada sob a ótica criminal. Ele alertou para a necessidade de garantir a liberdade de expressão nas redes.

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O conselho consultivo do TSE é formado por dez integrantes, entre representantes da Justiça Eleitoral, do Governo Federal, do Exército Brasileiro e da sociedade civil. Na reunião desta segunda-feira, foi anunciado que o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) organizará seminário internacional para discutir Internet e eleições. Assim como a discussão do conselho, o seminário deve ir além do debate sobre fake news.

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