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UENP inicia atividades do Patronato Municipal em Santo Antônio da Platina

UENP inicia atividades do Patronato Municipal em Santo Antônio da Platina

A Universidade Estadual do Norte Paraná (UENP) iniciou, este mês, as atividades do Patronato Municipal na cidade de Santo Antônio da Platina. Vinculado ao “Universidade Sem Fronteiras”, o Programa desenvolve ações a curto, médio e longo prazo para a ressocialização de quem cumpre pena nos regimes aberto ou semiaberto.

O Patronato platinense, projeto proposto pela UENP, terá como parceiros o Poder Judiciário, a Prefeitura e a Faculdade de Santo Antônio da Platina (Uniesp). Estudantes e graduados dos cursos de Administração de Empresas, Direito, Pedagogia, Psicologia e Serviço Social participarão do projeto, recebendo bolsas-auxílio sob a supervisão de professores coordenadores das atividades.

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Para a reitora da UENP, Fátima Aparecida da Cruz Padoan, o projeto que já provou acontecer, em outros municípios, com excelência e eficácia, contribuirá para a melhora da qualidade de vida da população.

“A UENP se sente honrada em dividir a corresponsabilidade de inserção do infrator no espaço comunitário, por meio da proposição de cursos e prestações de serviços os quais colaborarão com o processo de sua ressocialização. Estamos, portanto, convictos do sucesso das atividades pela soma desses esforços”, disse a reitora.

A professora Patrícia Cristina Formaggi Cavaleiro Navi, coordenadora do Programa no município, acentua que o Patronato é uma ação que tem como principal objetivo a ressocialização de pessoas assistidas no cumprimento de penas em regime aberto.

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“É um Programa que, por meio de um olhar humanizador, busca oferecer possibilidades de reinserção social”, ressalta. A cidade de Santo Antônio foi contemplada como o 16º município no estado do Paraná a receber o Patronato.

Patrícia destaca que há um ganho múltiplo para a sociedade ao receber um programa como o Patronato. “Geramos oportunidades para graduandos, recém-formados e professores atuarem efetivamente na execução do Programa. Porém, a maior contribuição será o restabelecimento do indivíduo assistido pelo projeto à sociedade na condição de um construtor social, não mais como um transgressor da lei”, afirma.

Os assistidos serão encaminhados pelos juízes da Comarca e atendidos pelas equipes do Patronato com ações que visam oportunizar condições favoráveis para que, ao final do cumprimento das determinações judiciais, possam reconfigurar suas vidas.

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O projeto oferece cursos de capacitação para o trabalho, encaminhamento para o sistema educacional, orientações psicológicas individuais e em grupo, incentivo à leitura e outros diferentes cursos.

Nesta quinta-feira (08), o Patronato realizará a inauguração da sede do projeto em Santo Antônio da Platina, localizada no Parque de Exposições Alício Dias Reis (Fanorpi/Uniesp).

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