Um atendimento a cada cinco minutos e meio. Essa foi a média registrada em 2017 pelo Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Paraná (Procon-PR), recorde da série histórica iniciada em 2012 e mais um motivo para celebração.
Com relação aos dados do sistema do Procon em Números, ao longo de 2017 foram realizados 96.859 atendimentos no Estado, com crescimento de 5,3% na comparação com 2016, quando haviam sido 91.978. Já 2018 soma 20.170 registros.Ou seja, um total de 503.646 de atendimentos desde agosto de 2012, quando o sistema entrou no ar. As informações estão disponíveis ao público online. Para conferir, basta acessar o site do Procon-PR (http://www.procon.pr.gov.br) e clicar na coluna à direita da tela na seção “Procon em Números”.
Os proprietários de veículos registrados no Paraná devem ficar atentos ao vencimento da terceira parcela do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2018. O prazo para pagamento da terceira cota do tributo vence entre 19 e 23 de março, variando de acordo com o final da placa do veículo.
A Secretaria da Fazenda do Paraná já enviou a guia de pagamento da terceira parcela do IPVA 2018 para a residência dos proprietários. O boleto pode ser quitado em qualquer instituição bancária. O atraso no pagamento implicará em multa de 10%, além de juros diários. Os motoristas que ainda não efetuaram o pagamento das duas parcelas anteriores podem emitir uma nova guia de recolhimento com o valor atualizado no site da Secretaria da Fazenda (www.fazenda.pr.gov.br), utilizando o número do Renavam do veículo e escolhendo a nova data de quitação.
Depois de três anos de queda, o consumo de produtos importados cresceu em 2017 no Brasil. De acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (15) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), de cada 100 produtos vendidos no Brasil no ano passado, 17 eram importados. Em 2013, 18,2% dos produtos vendidos no mercado interno eram estrangeiros. Desde então, esse percentual caiu, chegando a 16,4% em 2016. Em 2017, subiu para 17%. Os importados também voltaram a ganhar participação no total de insumos utilizados pela indústria. Em 2013, a participação desses produtos era de 26,1%. Em 2014 começou a cair, chegando a 22,5% em 2016. Em 2017, foi de 23,5%. Além do aumento de importados, a participação dos produtos exportados manteve-se praticamente constante, interrompendo uma sequência de altas que vinha desde 2015.
Com forte impacto do acordo para encerrar a ação coletiva movida por investidores norte-americanos, a Petrobras registrou em 2017 prejuízo de R$ 446 milhões, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (15). É o quarto ano de prejuízo consecutivo da companhia, porém em nível menor do que nos anos anteriores. O prejuízo de 2016 havia sido de R$ 14,8 bilhões.


