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Ameaças de morte e agressões em escolas da região viram casos de polícia

Ameaças de morte e agressões em escolas da região viram casos de polícia

A violência Tem ultrapassado barreiras e se infiltrado em todos os tipos de cenários. Além dos crimes cometidos com relação ao tráfico de drogas, furtos e roubos, o ódio e agressão tem se tornado um tipo de comportamento que invade o núcleo familiar e “pula” os muros das escolas. Apenas nesta segunda-feira (19), três casos envolvendo violência, ameaças e agressões foram registrados em três municípios da região, sendo que todos aconteceram em ambiente escolar.

A primeira situação foi registrada durante a tarde em uma escola do município de Salto do Itararé. De acordo com informações da Polícia Militar, o diretor da instituição foi até a sede da corporação acompanhado de um conselheiro tutelar para denunciarem um caso onde um aluno de apenas 13 anos estava constantemente ameaçando matar um colega de escola.

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Já por volta das 19h20, os policiais militares de Ibaiti receberam um chamado para atender a uma ocorrência de ameaça. Chegando ao local para verificar a situação, mais uma vez se tratava de um caso envolvendo um estudante. O aluno relatou a equipe que estava saindo da escola por volta das 12h, momento em que foi agredido com socos e chutes que causaram ferimentos em sua boca e hematomas em sua cabeça. Ainda de acordo com os relatos da vítima, o agressor o ameaçou de morte e disse ser integrante da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

O terceiro caso foi registrado no município de Santo Antônio da Platina quando, por volta das 22h, a diretora de um colégio acionou a equipe da Polícia Militar para atender a uma ocorrência de agressão em sala de aula. Chegando ao local, os policiais foram informados pela diretora que um aluno estava bastante agitado e rebelde em uma das salas. Com isso, a professora solicitou a sua presença para conversar com o aluno e, assim que a diretora chegou na sala, o estudante passou a proferir xingamentos contra ela até o momento em que partiu para agressão e desferiu um soco contra a mulher causando um hematoma do lado direito do seu rosto.

Todos estes casos foram encaminhados para as equipes da Polícia Civil de cada município para que fossem tomadas as medidas pertinentes a cada um deles, mas, a pergunta que fica é: Como solucionar os problemas da violência na escola? A Folha Extra foi em busca da resposta.

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Em conversa com profissionais da área sobre esta temática, um dos principais pontos apresentados como solução para violência em ambiente escolar, tanto entre alunos quanto nos casos que envolvem os colaboradores das instituições, é a prevenção.

 

A coordenadora Nilcelí Sayuri Izu Uno, do Colégio São Tomaz de Aquino, de Wenceslau Braz, comentou sobre as ações desenvolvidas na escola para prevenir a incidência da violência entre os alunos. “Nós trabalhamos em sala o desenvolvimento do aluno, ou seja, tratamos de assuntos como o bullyng, inclusão social, empreendedorismo entre outros assuntos. Isso é importante para formação como cidadão, para que ele esteja preparado para lidar com diferentes situações e, principalmente, antes de agredir alguém, seja verbal ou fisicamente, ele se coloque no lugar da outra pessoa antes de praticar o ato”, explicou.

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De acordo com ela, é preciso considerar os ambientes e demais situações aos quais os alunos estão imersos, além do escolar, para que assim seja possível um desenvolvimento pleno. “A pessoa não fica violenta de um dia para o outro, tudo está relacionado a formação do aluno, de quem ele convive como família, amigos e outros. Tudo gira em torno do ambiente em que a criança ou adolescente está inserido e como isso o influência”, destaca.

 

A diretora Dagmar Aparecida Toaldo Feliciano, da Escola Estadual Milton Benner no município de Wenceslau Braz, falou sobre importância que a família tem para o desenvolvimento escolar dos alunos e na prevenção da violência na escola.

“A família é a base para o bom desenvolvimento do aluno. A escola trabalha com grades curriculares e normas para promover o aprendizado e desenvolvimento dos estudantes, mas é imprescindível que os pais estejam presentes na vida escolar de seus filhos, acompanhando as atividades desenvolvidas na escola, comparecendo nas reuniões e estando cientes do que acontece com seus filhos e deem limites a eles”, explica.

Ela completa que é importante estar atenta ao comportamento dos estudantes. “Muitas vezes eles falam entre si ‘vai correr pra mamãezinha?’. Isso tem um tom desafiador entre os adolescentes. Por isso, é importante que os pais estejam atentos a mudanças de comportamento de seus filhos, como deixar de fazer algo que gostava, estar inquieto ou quieto demais, nervosismo, ansiedade, agressividade entre outros que sejam estranhos ao cotidiano”, frisa.

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