Buscar

Carregando...

Carregando favoritos...

Newsletter image

Assine nossa Newsletter

Junte-se aos mais de 10k+ de pessoas que serão notificadas por nossas novidades e notícias.

Não se preocupe, sem SPAM! Você pode cancelar a qualquer momento.

Confirmidade com a LGPD

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Ao continuar a utilizar o nosso site, você aceita o uso de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Uso.

Receba Notícias no WhatsApp

Cadastre-se para receber as principais manchetes diretamente no seu celular.

* Ao clicar em inscrever-se, você será redirecionado para o WhatsApp para enviar a mensagem de confirmação.

Publicidade
Anúncio

Tribunal decreta prisão preventiva de pastor suspeito de abusar da filha de oito anos

Tribunal decreta prisão preventiva de pastor suspeito de abusar da filha de oito anos

Continua após a publicidade

Continua após a publicidade

["Apu00f3s pedido ter sido indeferido em 1u00ba Grau, prisu00e3o preventiva foi concedida pelo Tribunal de Justiu00e7a do Paranu00e1"] (Foto: Reprodução/Internet)

Continua após a publicidade

A 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná acolheu por unanimidade o recurso interposto pela Promotoria de Justiça de Arapoti e decretou a prisão preventiva de um homem acusado de estuprar a filha, então com oito anos de idade, no início de 2017.

O pedido de prisão preventiva havia sido indeferido pelo Juízo de 1º grau em março, porém, com o provimento do recurso pelo TJ-PR, a prisão preventiva já está decretada. O acusado foi denunciado no mês passado pela prática do crime de estupro de vulnerável majorado e é considerado foragido da Justiça. Ele foi pastor evangélico em Arapoti durante alguns anos, sendo transferido, no final de 2017, para outra cidade.

A denúncia foi apresentada no dia 14 de março. De acordo com apuração do Ministério Público do Paraná, no momento do crime, estavam no local, além da vítima e do réu, o irmão da criança, com dez anos de idade, e a mãe. Após o ocorrido, a família encaminhou a criança a um hospital de Ponta Grossa, onde foi registrado boletim de ocorrência e iniciada investigação pelo Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), sendo também acionado o MPPR.

Após a realização de várias diligências, como avaliações psicológicas, colheita de depoimentos, perícias, laudos morfológicos, exame de DNA e interceptações telefônicas, a Promotoria de Justiça concluiu existirem indícios suficientes que demonstram ser o pai o autor do crime.

Receba nossas notícias no WhatsApp!

Entre no grupo Folha Extra 01 e fique por dentro de tudo.

Notícia Anterior
Filho arranca dente da mãe após agredi-la com chute
24/04/2018
Próxima Notícia
Pauliki cobra aplicação da lei que proíbe a cobrança de taxa de religação de água e luz
24/04/2018