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Acusado de matar homem com ajuda de dois adolescentes em W. Braz é condenado

Acusado de matar homem com ajuda de dois adolescentes em W. Braz é condenado

O homicídio com requintes de crueldade, em ação conjunta, aconteceu na madrugada do dia 6 de janeiro de 2017. Três pessoas, na época, um adulto de 29 anos e dois adolescentes, um de 17 e uma moça de 13 anos, chegaram á casa de Rubens Rodrigues, enquanto o homem ainda dormia.

De acordo com os autos, o grupo, que foi encontrado posteriormente com sinais de embriaguez, queria que a vítima saísse de cama para que os três pudessem praticar relações sexuais, contudo, ele se recusou e desencadeou uma reação violenta dos três, foram chutes e socos, em sua maioria, desferidos contra a cabeça do homem de 45 anos.

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As agressões, acompanhadas de pedidos de socorro de Rubens, chamaram a atenção dos vizinhos, que se mobilizaram com a situação e chamaram a polícia, infelizmente já era tarde. Quando os policiais chegaram ao local, encontraram a vítima totalmente desfigurada, com traumatismo craniano gravíssimo e poucos sinais vitais. Os três agressores fugiram, mas foram encontrados logo em seguida, com as roupas cheias de sangue, comprovando envolvimento na então, tentativa de homicídio que, com o passar dos dias e a morte de “Rubão”, como era chamado, se tornou fato consumado.

Na época, como dois dos envolvidos ainda eram menores, responderam à situação como ato infracional e foram internados em Centros Sócio Educativos. Já Daniel Castro da Silva, foi indiciado por homicídio, corrupção de menores, além de estupro de vulnerável, por estar se relacionando com a menor de 13 anos (como está previsto no Art. 217-A do Código Penal), também envolvida no espancamento e morte de Rubens.

 

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Sentença 

Daniel foi mantido preso desde então e foi a júri popular na última sexta-feira (11), sendo condenado à 18 anos de prisão, pela morte de Rubens e corrupção de menores. Seu crime de estupro de vulnerável não foi julgado.

Thiago Donizetti, outro adolescente envolvido, agora com 18 anos, já está preso por outros crimes cometidos após sua maioridade, e também prestou depoimento diante do júri.

A menor, dada como “namorada” de Daniel, agora com 14 anos, continua internada em um Centro Sócio Educativo.

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