O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin autorizou ontem abertura de inquérito para investigar suposto repasse de R$ 40 milhões em doações eleitorais a políticos do PMDB do Senado. A lista inclui o paranaense Roberto Requião, além de Renan Calheiros (AL), Jader Barbalho (PA), Romero Jucá (RR), Eunício Oliveira (CE), Eduardo Braga (AM), Edison Lobão (MA), Valdir Raupp (RO), e o ex-senador e atual ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rego.O pedido de abertura da investigação foi feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR), com base nos depoimentos de delação premiada do ex-diretor da Transpetro, subsidiária da Petrobras, Sérgio Machado, e do executivo do grupo J&F, Ricardo Saud. Em um dos depoimentos, Machado disse que “nas reuniões ocorridas na residência de Renan Calheiros, que o grupo JBS iria fazer doações ao PMDB, a pedido do PT, na ordem de R$ 40 milhões”.
Polícia Federal conclui que Gleisi recebeu dinheiro da Consist
Após dois anos e seis meses de investigação, a Polícia Federal concluiu que a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, se beneficiou de dinheiro desviado em contratos do Ministério do Planejamento, que era ocupado por seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo. VEJA teve acesso ao relatório final do inquérito, que tramita sob segredo de justiça no Supremo Tribunal Federal. Segundo a PF, as condutas da senadora paranaense podem configurar corrupção passiva, lavagem de dinheiro e crime eleitoral. “Existem indicativos de que Gleisi Helena Hoffmann de alguma forma colaborou para ocultar ou a dissimular a natureza, origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de bens, direitos ou valores oriundos do esquema criminoso Consist, pois foram identificados diversos registros de pagamentos feitos em benefício da senadora Gleisi Helena Hoffmann ou pessoas relacionadas a ela e/ou ao marido Paulo Bernardo entre os anos de 2010 e 2015”, conclui o a PF.
Ratinho Jr reúne vereadores
Desde março de 2017, Ratinho Jr organiza sua campanha a governador do Paraná em todo o interior do Estado. Agora, ele reuniu os vereadores de Curitiba e tratou de intensificar seu trabalho em Curitiba, Região Metropolitana e Litoral.
“Entre os vereadores, temos profissionais e técnicos de diferentes áreas como professores, advogados, engenheiros, profissionais liberais e ativistas, e queremos essa experiência e conhecimento no nosso plano. Nosso grupo de trabalho já tem mais de 300 pessoas de diferentes áreas”, explica Ratinho Junior.
Os vereadores do PV, PSC, PRB, PSD e PR devem ajudar a tocar a campanha de Ratinho Junior em Curitiba, nas diferentes regiões da cidade.
Partidos recorrem por tempo de TV
Beneficiados pelas duas janelas de transferência partidária mais recentes, o Podemos e o PP se uniram em uma ofensiva jurídica para que a distribuição do tempo de TV às legendas no horário eleitoral gratuito na campanha não tenha como critério o tamanho das bancadas eleitas em 2014, como prevê a regra atual. A estratégia ocorre em duas frentes: uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) apresentada no Supremo Tribunal Federal e uma consulta formal ao Tribunal Superior Eleitoral, o que obriga a Corte a se manifestar sobre tema.Se a regra for modificada, haverá uma mudança significativa na correlação de forças dos partidos no horário eleitoral gratuito.


