Já é de conhecimento de todos que os caminhoneiros são responsáveis pelo escoamento da maior parte dos produtos que chegam até os brasileiros, sendo assim, se eles param, tudo para.
Incumbidos desta tarefa crucial para o cotidiano da população, esses profissionais sabem do seu potencial e como uma paralisação reflete nas negociações com o Governo e, no exercício do seu direito, utilizam seu trabalho como moeda de troca em reivindicações pela baixa no preço do combustível, causa que reflete a greve que o Brasil presencia desde a manhã de ontem (21).
No Norte Pioneiro do Paraná o reflexo da paralisação já chegou aos postos de combustíveis da região, através dos caminhões tanque que, devido ao protesto nas rodovias, não chegaram em seus destinos, dando início á escassez de combustível.
Em Wenceslau Braz, dos cinco postos que atendem o município, um já anunciou que não tem mais combustível no estoque; enquanto isso, em outro estabelecimento ainda resta, apenas, pouca quantidade de etanol, que deve acabar nas próximas horas.
Ao procurarem os estabelecimentos e perceberem que os combustíveis estavam acabando, ou então já haviam acabado, a procura em três postos que, até então estão estabilizados, obteve uma maior demanda de clientes e, com isso, não há uma previsão de quanto tempo haverá suprimento da demanda.
Já em Arapoti, a paralisação ainda não interferiu no estoque de etanol, gasolina e diesel, no local, a quantidade de combustíveis está estabilizada. Em Santo Antônio da Platina a situação é a mesma.
Porém, no município de Joaquim Távora, a quantidade de combustível em tanque, segundo informações de funcionários, darão apenas para mais um dia.


