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Pedágio eletrônico deixa quase 6 mil motoristas no Paraná sob risco de dívida ativa

Falta de familiaridade com o free flow e o prazo de 30 dias para pagamento fizeram disparar os débitos nas regiões Oeste e Sudoeste; motoristas podem consultar a placa e regularizar a situação

DA REDAÇÃO/G1 - FOLHA EXTRA

Quase 6 mil motoristas no Paraná estão com débitos em aberto no novo sistema de pedágio eletrônico free flow e podem ter os valores inscritos em dívida ativa caso não regularizem a situação dentro do prazo.

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Os registros foram feitos em rodovias administradas pela EPR Iguaçu, nos trechos entre Cascavel e Foz do Iguaçu, onde o modelo sem cancelas entrou em operação recentemente. Segundo a concessionária, o número representa cerca de 13% de todos os veículos que passaram pelos pórticos no primeiro mês de funcionamento.

Entre os inadimplentes, mais de 300 veículos têm placas estrangeiras, o que também tem exigido atenção extra da concessionária no processo de cobrança.

De acordo com a empresa, o principal motivo da inadimplência é a falta de familiaridade dos motoristas com o novo sistema. Sem cabines, cancelas ou atendentes, muitos condutores passam pelos pórticos sem perceber que a tarifa foi registrada. Outros acabam perdendo o prazo de pagamento, que é de 30 dias após a passagem.

No modelo free flow, a cobrança é feita automaticamente por câmeras e sensores instalados sobre a rodovia. Quem utiliza TAG eletrônica tem a tarifa debitada de forma automática. Já os motoristas sem TAG precisam acessar os canais da concessionária para fazer o pagamento posteriormente.

Caso o valor não seja quitado dentro do prazo, além do risco de inscrição em dívida ativa, o motorista pode sofrer outras penalidades administrativas e financeiras.

Para evitar problemas, os usuários podem consultar e quitar débitos no site da EPR Iguaçu, em bases fixas de atendimento, praças de pedágio convencionais e também em unidades móveis que percorrem cidades do Oeste e Sudoeste do estado.

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