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Caminhoneiros se reúnem nesta quinta para avaliar medidas do governo para cancelar greve

Assembleia Geral da categoria está marcada para acontecer hoje a partir das 16h00 em Santos, Litoral de São Paulo

Redação - Folha Extra

BRASIL - A decisão final sobre se irá ou não acontecer uma nova greve de caminhoneiros no Brasil deve ser definida na tarde desta quinta-feira (19) durante assembleia nacional dos caminhoneiros que acontece a partir das 16h00 em Santos, Litoral de São Paulo. Durante o encontro, os caminhoneiros devem avaliar as medidas anunciadas pelo governo federal nesta semana para melhorar as condições da categoria. Preço do diesel continua sendo a principal preocupação.

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De acordo com as informações divulgadas pela revista Veja, um dos líderes do movimento e presidente da Abrava (Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores), Wallace Landim, destacou que a assembleia irá definir se os caminhoneiros irão ou não cruzar os braços nos próximos dias.

Diante da chance real da paralisação das atividades, o governo federal, por meio do ministro dos transportes, anunciou que vai endurecer as regras e fiscalizações para reforçar o cumprimento do piso mínimo da tabela de frete. De acordo com a medida, as empresas que descumprirem os valores serão impedidas de continuar contratando fretes e podem sofrer sanções como o cancelamento do registro para operar no transporte de cargas.

Outra preocupação dos caminhoneiros é em relação a alta no preço do óleo diesel que chegou a subir 11,8% na primeira semana do mês de março. Segundo o governo, o principal fator para os reajustes realizados pela Petrobrás é a alta do petróleo no mercado externo devido a guerra no Irã. Para amenizar a situação, o presidente Lula isentou impostos do combustível e pediu ajuda aos governadores para reduzir o ICMS.

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Segundo Landim, a assembleia vai discutir as medidas e propostas realizadas pelo governo federal até o memento e definir se elas são suficientes para proteger a categoria ou não. Esta avaliação será crucial para que os caminhoneiros decidam se irão continuar trabalhando ou se a greve começa nos próximos dias.

Ainda conforme entrevista do presidente da Abrava a Veja, uma das condições impostas pelos caminhoneiros ao governo federal é a criação de um gabinete de crise junto aos órgãos federais que conte com a participação de representantes da categoria e do agronegócio.

Landim ainda destacou que a preocupação dos caminhoneiros com o preço do diesel não é apenas da categoria, mas também com a população brasileira que depende dos caminhões para o abastecimento e que a alta no diesel consequentemente aumenta os preços nas prateleiras.

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