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Caminhoneiros discutem hoje greve nacional devido a alta no preço do diesel

Reunião nesta quarta-feira deve definir proposta para o governo federal e paralisação pode acontecer caso não haja uma negociação

Redação - Folha Extra

BRASIL - A alta no preço do litro do diesel tem causado insatisfação entre caminhoneiros de todo o Brasil que já estariam articulando uma paralisação nacional caso o governo federal não tome uma atitude para conter a crise. De acordo com o portal de notícias Poder360, lideranças devem se reunir nesta quarta-feira (18) para discutir uma eventual greve.

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Segundo as informações apuradas até o momento, o movimento vem ganhando força entre caminhoneiros de diferentes regiões do país motivado pela alta no preço do litro do óleo diesel. Em média, o preço por litro está na casa dos R$ 6,70, mas em alguns estados o valor já supera os R$ 7,00. Segundo os caminhoneiros, os valores estão tornando muitos fretes inviáveis.

De acordo com levantamento do Uol Notícias, desde o fim de fevereiro o preço do diesel subiu 18,8%. A principal motivação para o aumento seria a guerra no Irã que acabou inflacionando o valor do petróleo no mercado internacional e, consequentemente, fazendo com que os preços disparassem nas bombas.

Nesta quarta-feira, as principais lideranças dos caminhoneiros devem se reunir no Porto de Santos para discutir uma proposta a ser enviada ao governo federal em busca de soluções para a crise do diesel. Caso não haja uma resposta ou redução dos valores, há informações de que os caminhoneiros podem iniciar uma greve ainda nesta semana.

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Ainda conforme apurado pelas reportagens do Uol Notícias e Poder360, a movimentação está sendo acompanhada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL), pela Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (ABRAVA) e pelo Sindicato dos Caminhoneiros de Santos (SINDICAM).

Em entrevista ao Uol, o presidente da Abrava, Wallace Landim, mais conhecido como chorão, falou sobre a movimentação. “Provavelmente vai acontecer sim. Estamos terminando de alinhar com outras entidades e logo teremos uma data definida”, comentou.

Do outro lado, o governo federal segue monitorando as movimentações e já reconhece o risco real de uma greve dos caminhoneiros. Até o momento, uma das medidas adotadas pelo Executivo foi a isenção de impostos e subsídios para conter o aumento dos preços nas bombas, mas devido a variação do preço do petróleo no mercado externo, a Petrobrás realizou um reajuste de 11,6% nos valores nas refinarias.

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Caso a paralisação realmente aconteça, os líderes do movimento destacam que a orientação é para que os caminhoneiros permaneçam em casa ou em postos de combustíveis e o bloqueio de estradas e rodovias está descartado, destacando que o movimento tem como foco o preço dos combustíveis e não viés político.

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