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Projeto de Designer de Moda de Quatiguá é selecionado pelo Tecpar

Projeto de Designer de Moda de Quatiguá é selecionado pelo Tecpar

A Startup "Moda Inclusiva", que cria modelagens diferenciadas e que atendam o público geral e, em especial, pessoas com deficiência física e visual, foi selecionada para participar do programa de Apoio ao Sistema Regional de Inovação (SRI) do Norte Pioneiro. O projeto é de autoria da designer de moda e arquiteta Maristela Szarnobay, de Quatiguá.

O Programa tem o objetivo de apoiar financeiramente startups sediadas nos municípios de Jacarezinho, Santo Antônio da Platina, Cambará, Andirá e Bandeirantes, que fazem parte do SRI. O edital de chamada pública, com informações para a participação, está disponível no site da entidade. O programa é realizado em parceria com o Sebrae/PR e Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar).

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Segundo a instituição, 540 mil serão divididos em R$ 30 mil por projeto. O programa visa apoiar financeiramente o desenvolvimento e a inserção no mercado de produtos ou processos inovadores, que promovam atividades de inovação de base tecnológica e a competitividade de empresas emergentes ou em processo de formalização. As startups interessadas têm até 8 de agosto para enviar a documentação.

O projeto Moda Inclusiva, de Maristela Szarnobay visa o lançamento de um e-commerce de roupas com modelagens diferenciadas e que atendam o público geral e, em especial, pessoas com deficiência física e visual. O objetivo é levar mais conforto e autonomia para essa parcela da população que, segundo Maristela, é ignorada pelo mercado da moda. “São 46 milhões de deficientes físicos e visuais no Brasil, sem contar os que vestem plus size [modelos de roupa acima do padrão]”, aponta.

As roupas femininas, para a faixa etária dos 20 aos 40 anos, serão voltadas para mulheres que trabalham fora. A empreendedora desenvolveu soluções para atender as diferentes necessidades do público-alvo. Peças que levam etiquetas escritas com fontes maiores, para facilitar a leitura de quem ainda tem baixa visão; etiquetas em braile; e roupas que estimulam a memória olfativa. “Estou associando cores aos aromas. Para o tom de lilás, usarei a lavanda”, exemplifica. A proposta é que todas as peças combinem entre si. Com os recursos financeiros, ela espera concretizar o sonho de confeccionar as roupas e lançar o site de vendas.

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A designer que se dedica ao ramo há cinco anos, já participou de vários concursos de moda inclusiva no Sul e Sudeste do País alcançando prêmios e colocações importantes.

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