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Prefeitura de Wenceslau Braz emite nota sobre o possível fechamento do Colégio Milton Benner

Em nota oficial, o Executivo afirmou que a estrutura do prédio é inadequada, com salas pequenas, ventilação insuficiente, falta de recursos e outros problemas que “justificam o pedido prédio”

DA REDAÇÃO - FOLHA EXTRA

WENCESLAU BRAZ - Wenceslau Braz tem vivido dias de tensão e debates quentes desde que a Prefeitura solicitou ao Governo do Estado a transferência do prédio do Colégio Estadual Professor Milton Benner para o Município. O imóvel, que hoje funciona em regime de dualidade, atendendo estudantes da rede estadual e da Escola Municipal Professora Araci do Rocio Quadros Mendes, tornou-se o centro de discussões que mobilizou moradores, lideranças políticas e a comunidade escolar.

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A proposta da administração municipal desencadeou interpretações diversas e, em muitos casos, equivocadas. Entre grupos de WhatsApp, publicações nas redes sociais e até mesmo em conversas informais, ganhou força o entendimento de que o prefeito Luiz Carlos Vidal, o Polaco, teria a intenção de fechar o Colégio Milton Benner de forma definitiva. A hipótese, no entanto, foi descartada pelo próprio prefeito, que afirma que a medida busca atender a crescente demanda da rede municipal e não desativar a unidade estadual.

Prefeito e vice se pronunciam: “Não temos condições de continuar assim”

Na última sexta-feira (21), Polaco divulgou um vídeo ao lado do vice-prefeito Paulo Henrique Lima, o Rick, detalhando os motivos do pedido. Segundo eles, o município enfrenta há anos limitações estruturais que afetam o funcionamento e o planejamento pedagógico das escolas municipais que dividem espaço com instituições estaduais. A situação teria se agravado após apontamentos do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que identificou falhas estruturais em prédios utilizados pelo município, mas pertencentes ao Estado, impossibilitando reformas.

“Não temos condições de continuar do jeito que está. Se eu fizer obra dentro de prédio do Estado, amanhã o Estado pode tomar de volta, e o município perde todo o investimento. O que queremos é melhorar a qualidade do ensino das nossas crianças”, afirmou o prefeito. Rick reforçou a urgência. “Se não fizermos nada agora, em janeiro não teremos espaço para receber os alunos”, destacou.

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O vídeo, no entanto, repercutiu ainda mais o assunto, criando mais polêmica na cidade. No sábado (22), moradores, professores e estudantes do Colégio se reuniram em frente ao Colégio Estadual Doutor Sebastião Paraná (CESP) e realizaram uma caminhada de protesto, contra a proposta do município. Isso deixou o assunto ainda mais acalorado.

Secretaria de Educação detalha condições inadequadas do prédio

Diante do aumento das críticas e especulações, a Secretaria Municipal de Educação, comandada pela secretária Ana Lúcia Prudêncio Damasceno, divulgou uma nota de esclarecimento que se tornou peça central na discussão. Na avaliação da Secretaria, as condições estruturais enfrentadas pelas turmas da Educação Infantil instaladas no prédio atual justificam plenamente a solicitação do imóvel ao município.

“O refeitório é muito pequeno e, em dias de chuva, a água invade o espaço, impedindo seu uso adequado. A cozinha utilizada é insuficiente, necessitando de ampliação”

De forma transparente, o documento apresenta um diagnóstico minucioso da situação em que a estrutura se encontra. “Atualmente, as turmas da Educação Infantil estão instaladas em salas pequenas, com ventilação insuficiente e altura de forro inadequada, condições que não atendem às necessidades da etapa Pré-escola”, informa a nota. O texto destaca ainda a ausência de um espaço coberto adequado para atividades físicas e recreativas, obrigando crianças a permanecerem sob sol forte nas filas ou a interromper atividades em dias de chuva.

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Segundo a Secretaria, outro ponto crítico é a infraestrutura de alimentação. “O refeitório é muito pequeno e, em dias de chuva, a água invade o espaço, impedindo seu uso adequado. A cozinha utilizada é insuficiente, necessitando de ampliação”, afirma.

A Secretaria também ressalta que, embora as necessidades da rede municipal sejam urgentes, qualquer investimento depende da legalização do prédio. “Para que todas essas melhorias aconteçam, o prédio precisa ser legalmente do Município, permitindo investimentos diretos e adequados”, diz a nota.

Ainda no documento, a Secretaria reafirma seu compromisso com os alunos. “A intenção da Secretaria Municipal de Educação é garantir um prédio próprio, adequado, seguro e digno para nossas crianças da Educação Infantil ao 5º ano”, enfatizou.

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