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Delegado grava novo vídeo e diz que Café Capricho pode estar fora de esquema de adulteração em Goiás

Investigações mostram fortes indícios de que a marca tenha sido utilizada indevidamente por uma empresa de Goiânia, que está sendo investigada pelo crime

DA REDAÇÃO - FOLHA EXTRA

WENCESLAU BRAZ - Novas informações apontam que o Café Capricho, produzido em Wenceslau Braz, não possui relação com os produtos adulterados encontrados na cidade de Goiânia, no estado de Goiás. As investigações mostram indícios de que a marca brazense tenha sido fraudada por uma empresa goiana, que está sendo investigada pela Polícia Civil de Goiás.

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Os novos detalhes foram divulgados oficialmente pelo delegado Humberto Teófilo, que está à frente das investigações. Ele afirmou que os primeiros resultados das investigações mostram que há uma grande possibilidade de que o Café Capricho estava sendo utilizado indevidamente pela empresa.

“Há fortes indícios de que a empresa que está atuando aqui em Goiânia está usando indevidamente a marca Capricho e suas embalagens. Tudo será investigado”, afirmou o delegado.

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Ele fez questão de gravar um vídeo ao lado de Adriano Gomes Correa, proprietário da marca Café Capricho, e morador de Wenceslau Braz. O delegado afirmou que, devido ao fato de a marca ter aparecido na operação, fez questão de esclarecer alguns pontos.

“Fiz questão de gravar com eles, por conta da disposição deles, que vieram aqui, fizeram a ocorrência, o que demonstra a boa fé. Gosto de ver quando a pessoa está pronta para ajudar, quer resolver e esclarecer toda a situação. As outras marcas nem me procuraram”, disse Humberto.

O delegado ainda afirmou que a investigação continuará para detectar as impurezas de cada café. Junto ao Café Capricho, outras três marcas foram encontradas no depósito investigado, entre elas, o Café Modão, com indicação de ser produzido no estado de São Paulo.

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Adriano, por sua vez, agradeceu ao delegado por esclarecer estes pontos. “Muito obrigado por fazer essa divulgação, terá um grande valor para mim”, enfatizou. “Se tivessem mais pessoas como o senhor, as coisas seriam diferentes no Brasil”, concluiu Adriano.

DEPÓSITO IRREGULAR E CAFÉS ADULTERADOS

Tudo começou no dia 18 de setembro, quando a Polícia Civil de Goiás abriu uma investigação frente à denúncias de que um barracão da empresa Patrocínio Comércio de Cafés, localizado na capital goiana, possuía cafés adulterados.

No local, foram encontrados sacos de fertilizantes reutilizados para armazenar café cru misturado com impurezas, como palha melosa, além de estoque de lenha e equipamentos utilizados para torrefação em condições precárias.

Junto aos meios de armazenamento e outros equipamentos irregulares, os policiais encontraram pacotes do Café Capricho. Em um vídeo divulgado logo após a descoberta do esquema, o delegado Humberto Teófilo afirmou que a marca brazense estava sendo produzida em Goiânia.

“Aqui diz produzido no Paraná, mas não é. Está sendo produzido aqui em Goiânia”, disse o delegado, afirmando que as outras marcas encontradas também apresentavam as mesmas condições.

Em resposta imediata, três pessoas foram conduzidas à delegacia para prestar esclarecimentos e poderão responder por crimes de adulteração de gêneros alimentícios, crimes contra as relações de consumo, infrações sanitárias e eventuais delitos ambientais.

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