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Com trajetória brilhante, atleta brazense de 11 anos é vice-campeã brasileira de karatê

Pauline Budel dos Santos começou no balé, mas aos oito anos encontrou sua paixão no karatê e conquistou títulos importantes nos últimos três anos

DA REDAÇÃO - FOLHA EXTRA

WENCESLAU BRAZ - Sonhar grande e lutar pelos sonhos é algo que todos deveriam fazer, e no mundo do karatê isso não é diferente – literalmente. É exatamente isso que a pequena Pauline Budel dos Santos, moradora de Wenceslau Braz, no Norte Pioneiro, de apenas 11 anos, vem mostrando. A jovem brazense realizou um grande sonho neste final de semana: se destacar entre as melhores karatecas de todo o Brasil. Ela conquistou o título de vice-campeã brasileira, um título que representa toda a sua dedicação, coragem e talento no esporte.

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Hoje, Pauline está entre as principais lutadoras do país, em sua categoria. Em sua coleção, diversas medalhas de bronze, prata e até ouro - em competições até mesmo de nível internacional – brilham representando sua determinação em se destacar na modalidade. Entre suas principais façanhas, está o atual título de vice-campeã brasileira, conquistado neste final de semana, e a medalha de ouro no Open das Américas, uma competição que reuniu mais de quatro mil participantes de diversos países.

“Estou muito feliz e agradecida a Deus, a minha família e ao Sensei Jussé por chegar aonde estou", disse Pauline à Folha.

Porém, a história de Pauline não começou direto no karatê. Por mais incrível e inesperado que isso pareça, os primeiros passos da garota foram no Balé Clássico. “Antes de ela entrar para o karatê, ela fazia balé, mas sempre me falava que queria muito fazer karatê”, lembra o pai de Pauline, Ronivaldo Santos.

Os primeiros passos de Pauline foram no balé, mas o desejo de lutar ganhou seu coração. Foto: Cedida pela Família

 

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Pauline começou no karatê em 2022.

Em entrevista com a reportagem da Folha, Ronivaldo, mais conhecido como Roni, contou um pouco sobre essa trajetória brilhante que a filha está criando no mundo das lutas. Três anos atrás, em 2022, Pauline teve seu primeiro contato com o karatê, através das aulas do Colégio São Tomáz de Aquino, quando tinha oito anos de idade. “Foi aí que ela começou a aprender com o Sensei Jussé de Oliveira, em março de 2022, logo após a pandemia”, lembrou o pai.

Pouco mais de um ano depois que entrou no karatê, Pauline já conquistou sua primeira medalha oficial. Ela participou do Campeonato Interestadual Kanzen, na cidade de Siqueira Campos, onde conquistou a medalha de prata na categoria Kumite – luta corporal contra um oponente.

Em abril do ano passado, Pauline fez sua primeira participação no Campeonato Paranaense, em Marechal Cândido Rondon. Nesta participação, a jovem não conquistou nenhuma medalha, mas trouxe para a casa a experiência de estar entre os melhores do Estado. Quatro meses depois, em agosto do ano passado, ela voltou a participar do Campeonato Paranaense, onde conquistou duas medalhas de bronze, na modalidade do Kata e do Kumite.

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Em março deste ano, veio o primeiro ouro no Paranaense, e em seguida a primeira disputa internacional. Foto: Cedida pela Família

 

Neste ano, Pauline disputou o Paranaense mais uma vez, e foi quando realizou o sonho da primeira medalha de ouro. Além dos campeonatos estaduais, em maio deste ano, ela participou do seu primeiro campeonato internacional, onde conquistou sua segunda medalha de ouro no esporte. “A primeira competição internacional dela foi o Open das Américas, e ela conseguiu ficar em primeiro lugar na modalidade do Kumitê por equipes”, contou Roni, entusiasmado com as conquistas da filha.

Poucos meses depois da conquista internacional, Pauline também participou de mais uma etapa do Paranaense, realizada em Assis Chateaubriand, no final do mês de agosto. Nesta competição, Pauline sagrou-se campeã nas duas modalidades que participou, e trouxe mais duas medalhas de ouro para a casa.

Agora, entre a última quinta-feira (11) e este domingo (14), Pauline participou pela primeira vez do Campeonato Brasileiro de Karatê, onde conquistou a medalha de prata e o título de vice-campeã brasileira no Kumitê por equipes. Ela lutou ao lado de outras três garotas que representaram o Paraná, e chegaram ao pódio da competição.

“Estou muito feliz e agradecida a Deus, a minha família e ao Sensei Jussé por chegar aonde estou", disse Pauline (de faixa vermelha na foto). Foto: Cedida pela Família

 

Para ela, a conquista é motivo de felicidade. “Estou muito feliz e agradecida a Deus, a minha família e ao Sensei Jussé por chegar aonde estou. Eu sei que sem o apoio da minha família, do Sensei e das bençãos de Deus, não teria como isso se tornar realidade em minha vida”, disse Pauline à Folha.

Agora, o foco de Pauline será alcançar ainda mais títulos e medalhas, buscando sempre estar entre as melhores lutadoras do país e das Américas.

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