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Você sabe como se chamam os moradores de cada cidade da região?

Apesar de serem pouco utilizados, os gentílicos são importantes, e enquanto alguns são previsíveis até demais, outros parecem nem fazer sentido

No dia a dia, dificilmente usamos os gentílicos – aquele termo que indica como se chama quem nasce em determinado lugar. Normalmente basta dizer “sou de tal cidade” e pronto. Mas, quando alguém pergunta “e como é o nome de quem nasce lá?”, muita gente fica sem saber a resposta.

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Um exemplo clássico vem do Rio de Janeiro. Se alguém te perguntasse agora qual o nome de quem mora no Estado e de quem mora na cidade, qual seria sua resposta? Pois bem, nem todos são cariocas. Quem nasce no estado é fluminense, enquanto apenas o morador da capital é carioca. Mesmo assim, a maioria acaba chamando todo mundo de carioca, confundindo as duas coisas.

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Assim como em outras regiões, no Norte Pioneiro, cada município também tem o seu gentílico oficial — alguns soam previsíveis, outros surpreendem. Quem nasce em Abatiá, por exemplo, é abatiense, enquanto quem mora em Andirá é andiraense. Já aqueles naturais de Assaí são chamados de assaiense.

Em Carlópolis – por incrível que pareça – o gentílico não termina com “ense”. Os naturais da cidade são chamados de carlopolitanos. Já quem nasce em Sengés é sengeano, e em Santo Antônio da Platina é platinense. Da cidade de Wenceslau Braz, pode até parecer complicado – e outras pessoas acharem que é “wenceslausense” ou algo do tipo – mas o gentílico é simples, brazense.

Alguns nomes são compridos, como ribeirão-clarense para quem nasceu em Ribeirão Claro ou ribeiro-pinhalense para os naturais de Ribeirão do Pinhal. Outros carregam sonoridades curiosas, como congonhinhense, de Congonhinhas, ou jaguariaívense, de Jaguariaíva.

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Outros já são mais clássicos, e fáceis de adivinhar, como quem nasceu em Arapoti, que é arapotiense, Tomazina, que é tomasinense, e Siqueira Campos, que é siqueirense. Por outro lado, outros são mais complicados, como Bandeirantes, que é bandeirantense, Barra do Jacaré, que é barrense, Itambaracá, que é itambaracaense, e Jundiaí do Sul, que é jundaiense-do-sul.

Voltando àqueles surpreendentes, temos o gentílico de quem nasce em Nova Fátima, que é fatimense, São Jerônimo da Serra, que é jeronimense, e Salto do Itararé, onde os naturais são chamados de saltenses-do-itararé.

A lista dos “ense” no Norte Pioneiro ainda segue grande. Quem nasce em Cornélio Procópio é chamado de procopense, enquanto os naturais de Curiúva são curiuvenses. Já aqueles que nasceram em Figueira, são chamados de figueirenses, Guapirama, guapiramense, Ibaiti, ibaitiense, Jaboti, jabotiense, e Jacarezinho, jacarinhense.

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Ainda tem aqueles que nascem na cidade de Japira, chamados de japirenses, e os tavorenses, que nascem em Joaquim Távora. Em Pinhalão, são chamados de pinhalenses – ou tem até um termo mais complicado, pinhalãoense.

Para quem chegou até aqui, e achou que acabou, ainda faltam alguns. Fechando a lista da região, tem aqueles que nascem em Quatiquá, chamados de quatiguaenses, e os naturais de Santana do Itararé, os santanenses – não, não são santana-do-itaraenses.

Tem também aqueles que nascem em São José da Boa Vista, os boa-vistenses, e, finalizando de vez a lista, tem aqueles que são naturais de São Sebastião da Amoreira, os amoreirenses.

E você, leitor, de qual “ense” pertence?

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