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Donald Trump adia por uma semana taxas que impactam diretamente empresas da região

Empresas voltadas para o setor madeireiro, celulose e até mesmo suco de laranja estão na lista de exceções dos produtos taxados pelos EUA

DA REDAÇÃO - FOLHA EXTRA

Na tarde desta quarta-feira (30), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump assinou uma ordem executiva que estabelece uma tarifa adicional sobre produtos brasileiros, elevando a taxa de importação para 50%. A medida, no entanto, não entrará em vigor a partir do dia primeiro de agosto, como havia sido anunciado anteriormente pelo próprio presidente americano. Segundo o decreto divulgado oficialmente pela Casa Branca, a nova tarifa passará a valer apenas a partir de sete dias após a assinatura do documento, ou seja, no dia 6 de agosto.

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Apesar do impacto significativo para o comércio do país, a ordem prevê cerca de 700 exceções abrangendo produtos que continuarão isentos da nova taxa. Entre os itens poupados estão algumas das principais exportações brasileiras, incluindo produtos originários das regiões do Norte Pioneiro e dos Campos Gerais, no Paraná.

De acordo com o comunicado da Casa Branca, os produtos que entram na lista das exceções envolvem peças aeronáuticas, aviões da Embraer, suco de laranja, madeira, insumos de madeira, celulose, equipamentos elétrico e petróleo, produtos que já haviam sido retirados das listas de tarifas dos EUA para outros países.

Contudo, no setor industrial, empresas da região como a BrasPine, que atua na produção de madeira e possui unidades em Jaguariaíva e Telêmaco Borba, não serão afetadas. O mesmo ocorre com a Sudati, fabricante de MDF também presente nos Campos Gerais, e com a Sengés Papel e Celulose, sediada na cidade de Sengés. Esses empreendimentos, que têm papel importante na economia regional e na geração de empregos, constam na lista de exceções divulgada pela Casa Branca.

No campo agrícola, a produção de laranja, que é produzida em larga escala na cidade de Carlópolis, no Norte Pioneiro, também foi poupada da nova taxação. O município é referência na citricultura do Paraná, com cerca de 29,3 mil hectares dedicados ao cultivo de citros. A atividade desempenha papel fundamental para a economia local e é uma das grandes responsáveis pela posição de destaque do estado no cenário nacional da produção de laranja.

Da região do Norte Pioneiro, pode-se utilizar como exemplo a produção de laranja na cidade de Carlópolis, uma das grandes contribuidoras para o setor agrícola do Paraná, possuindo 29,3 mil hectares de cultivo de citros, que não será impactada pela nova tarifa, devido à exceção citada por Trump no decreto. Além da produção em massa no Norte Pioneiro, o Paraná em si é um dos principais produtores de laranja no Brasil.

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