O maringaense Wilson Quintero (PSDB) já está instalado na Assembleia Legislativa do Paraná.
Ontem, o presidente Ademar Traiano (PSDB) deu posse ao novo deputado que herdou a cadeira do ex-deputado Bernardo Ribas Carli.
Pela segunda vez Quintero assume após uma tragédia envolvendo os Carli.
Na primeira vez no lugar de Fernando Ribas Carli, após um acidente com duas vítimas, e que, devido as denúncias de embriaguez no volante e alta velocidade, renunciou.
O Diretório Estadual do Partido Popular Socialista (PPS) do Paraná, presidido pelo deputado federal Rubens Bueno, marcou sua convenção partidária para o dia 2 de agosto. Será no Hotel Lizon, no Centro de Curitiba, a partir das 17 horas. A legenda espera reunir entre 200 e 300 correligionários para decidir como serão montadas as chapas. Desde o fim de março, quando o prefeito de Guarapuava Cesar Silvestre Filho desistiu de sua pré-candidatura ao governo do Paraná, o PPS ainda não definiu como será sua posição na eleição majoritária.
Segundo Rubens Bueno, o partido ainda pode apoiar tanto a campanha do deputado estadual Ratinho Junior (PSD), quanto a de Osmar Dias (PDT) ou Cida Borghetti (PP). A decisão deve ser homologada na convenção.
O presidente do PSDB do Paraná, o ex-governador Beto Richa, convoca os filiados e simpatizantes para convenção estadual do partido marcada para o próximo dia 1º de agosto, a partir das 18h, em Curitiba.
O encontro será na sede estadual tucana na rua Mauá, 1117, no Alto da Glória. Serão deliberadas as chapas dos candidatos e as coligações para Governo do Estado, Senado, deputados federais e deputados estaduais, e sorteado também os números de cada candidato das eleições proporcionais.
Partido que lançou o presidenciável Ciro Gomes, o PDT tem pago com recursos públicos, provenientes do Fundo Partidário, as defesas de seus dirigentes em processos criminais da Lava Jato. Um contrato de R$ 350 mil, assinado em 2017 com o escritório do advogado Willer Tomaz, prevê a prestação de serviços nos casos penais derivados da delação da Odebrecht.
A Lei dos Partidos, que versa sobre o uso da verba, prevê o pagamento de despesas para manutenção das legendas, mas não faz menção a demandas de natureza pessoal dos filiados, como é o caso da defesa de pessoas físicas em causas criminais.
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) tem reprovado as contas das siglas quando entende que os gastos, inclusive com advogados, não têm vinculação com a atividade partidária. Nessas situações, cabem sanções como o bloqueio de repasses do fundo. Mas a análise é caso a caso.


