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Janeiro roxo é o mês de conscientização sobre hanseníase; entenda sobre a doença

O mês de janeiro é caracterizado por iniciativas para o diagnóstico e tratamento da hanseníase, doença infecciosa e altamente contagiosa

O primeiro mês do ano, janeiro , é caracterizado por diversas iniciativas da campanha Janeiro Roxo, que tem como principal objetivo conscientizar e alertar a população sobre os perigos da hanseníase, uma doença infecciosa e contagiosa, causada pelo bacilo Mycobacteruy leprae. As iniciativas deste mês são voltadas para o diagnóstico e o tratamento da doença, fazendo com que o apoio profissional traga benefícios e evite que a doença se propague. 

A hanseníase é uma doença crônica que pode afetar qualquer pessoa. Desde crianças até os mais idosos, todos são vulneráveis à doença. A hanseníase caracteriza-se por alteração, diminuição ou perda da sensibilidade térmica, dolorosa, tátil e força muscular, principalmente nas mãos, braços pés, pernas e olhos e pode gerar incapacidades permanentes. 

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Por ser uma doença de alta prioridade e periculosidade, a hanseníase necessita do diagnóstico mais precoce possível, evitando transmissão, complicações e deficiências permanentes causadas por seus sintomas. 

Sintomas da hanseníase. Foto: Divulgação/Internet

 

OS SINTOMAS 

 

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Os nervos dos membros inferiores, superiores e face vão sendo lentamente comprometidos, por isso as alterações podem passar desapercebidas. Em diversos casos, a presença da doença só é detectada em um estágio muito avançado. 

Entre os sintomas da hanseníase, estão manchas com perda ou alteração de sensibilidade para calor, dor ou até mesmo o tato. Formigamentos, agulhadas, câimbras ou dormência em membros inferiores e superiores também estão entre os sintomas. 

A diminuição da força muscular, a dificuldade para pegar ou segurar objetos, ou manter calçados abertos nos pés também são efeitos da doença no corpo humano. Outros sintomas são o engrossamento e dores nos nervos e feridas difíceis de curar, principalmente em pés e mãos. 

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Algumas áreas da pele também podem aparecer muito ressecadas, além da presença de caroços pelo corpo, coceira ou irritação nos olhos, entupimentos, sangramento ou feridas no nariz. 

Manchas na pele e caroços estão entre os sintomas. Foto: Divulgação/Internet

 

A TRANSMISSÃO 

 

A transmissão é feita por meio de gotículas de saliva eliminadas na fala, tosse e até mesmo pelo espirro, em contatos próximos e frequentes com doentes que ainda não descobriram ou iniciaram o tratamento e estão em fases adiantadas da doença. Contudo, as pessoas que convivem ou conviveram com alguma pessoa diagnosticada com a doença, ou que apresente os sintomas, devem ser examinadas o mais rápido possível. 

 

O DIAGNÓSTICO 

 

Os especialistas na área afirmam que me hanseníase, o tratamento clínico prevalece. O exame em laboratório mais utilizado para auxiliar no diagnóstico é a baciloscopia, que pode ser negativa nas fases iniciais da doença, por isso, resultados negativos não excluem o diagnóstico, que deve se basear principalmente nos sintomas clínicos e epidemiologia. 

Contudo, a Secretaria de Estado de Saúde (SESA), afirma que quanto mais cedo for o diagnóstico da hanseníase, melhor, já que o tratamento cura a doença, interrompe a transmissão e previne as sequelas. Além disso, a Secretaria informa que é de suma importância procurar um serviço de saúde quando há sintomas e espalhar essas informações para que o máximo de pessoas entendam sobre a doença. 

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