Buscar

Carregando...

Carregando favoritos...

Newsletter image

Assine nossa Newsletter

Junte-se aos mais de 10k+ de pessoas que serão notificadas por nossas novidades e notícias.

Não se preocupe, sem SPAM! Você pode cancelar a qualquer momento.

Confirmidade com a LGPD

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Ao continuar a utilizar o nosso site, você aceita o uso de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Uso.

Receba Notícias no WhatsApp

Cadastre-se para receber as principais manchetes diretamente no seu celular.

* Ao clicar em inscrever-se, você será redirecionado para o WhatsApp para enviar a mensagem de confirmação.

Publicidade
Anúncio

Maior fábrica de mosquitos da Dengue do mundo está sendo construída no Paraná

Biofabrica de Aedes Aebypti com a bactéria Wlbachia está sendo construída em Curitiba e deve entrar em operação no ano que vem

Uma nova biofábrica de mosquitos Aedes aegypti com a bactéria Wolbachia está sendo construída em Curitiba, Paraná, e promete ser a maior do mundo, com 35% das obras já concluídas. A previsão é de que a unidade entre em operação em 2025, atendendo à demanda do Ministério da Saúde e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O projeto foi anunciado em um evento comemorativo dos dez anos da implementação do Método Wolbachia no Brasil, realizado no auditório do Tecpar.

A biofábrica está localizada na área do Parque Tecnológico da Saúde e é gerida pelo Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), vinculado à Fiocruz e ao World Mosquito Program (WMP). Com uma expectativa de produção de cerca de 100 milhões de ovos de mosquitos por semana, a nova unidade visa priorizar municípios com alto risco de dengue. Ao longo de dez anos de atividade, estima-se que aproximadamente 140 milhões de brasileiros possam ser beneficiados.

Continua após a publicidade

Atualmente, o Paraná já conta com duas fábricas em funcionamento, nas regiões Oeste e Norte, que começaram a operar recentemente. Desde julho, aproximadamente 20 milhões de mosquitos com Wolbachia foram soltos em Londrina e Foz do Iguaçu. Além dessas cidades, outras localidades, como Joinville (SC), Presidente Prudente (SP), Uberlândia (MG) e Natal (RN), também estão recebendo a tecnologia.

A estratégia de controle do Aedes aegypti através da Wolbachia é considerada uma alternativa eficaz e sustentável. Segundo Livia Vinhal, coordenadora-geral de Vigilância de Arboviroses do Ministério da Saúde, os resultados em Niterói, onde o projeto foi iniciado, foram positivos. O método, desenvolvido na Austrália, foi introduzido no Brasil em 2014, que é um dos 14 países participantes do WMP.

Luciano Moreira, líder do Método Wolbachia no Brasil, destacou que a abordagem já trouxe uma redução significativa de até 60% nos casos de dengue. A presença da Wolbachia nos mosquitos impede a replicação dos vírus que causam doenças como dengue, chikungunya e Zika.

Continua após a publicidade

A coordenadora da Vigilância Ambiental da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), Ivana Lucia Belmonte, ressaltou o apoio do estado à iniciativa, considerando-a uma estratégia importante para o enfrentamento da dengue. Embora a Sesa tenha solicitado a ampliação da estratégia para outros municípios, a definição das novas localidades dependerá do Ministério da Saúde.

Receba nossas notícias no WhatsApp!

Entre no grupo Folha Extra 01 e fique por dentro de tudo.

Notícia Anterior
Estudantes de Wenceslau Braz são premiadas por criação de aplicativo inovador
30/10/2024
Próxima Notícia
Jaguariaíva promove concurso que incentiva a leitura entre crianças e adultos
30/10/2024