A partir de segunda-feira (6), crianças com idade entre 1 ano e menores de 5 devem ser levadas aos postos de saúde para receber a dose contra a pólio e também contra o sarampo. O Dia D de mobilização nacional foi agendado para 18 deste mês, um sábado, mas a campanha segue até 31 de agosto. A meta do governo federal é imunizar 11,2 milhões de crianças e atingir o marco de 95% de cobertura vacinal nessa faixa etária, conforme recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Este ano, a vacinação será feita de forma indiscriminada, ou seja, pretende imunizar todas as crianças na faixa etária estabelecida. Isso significa que mesmo as que já estão com esquema vacinal completo devem ser levadas aos postos de saúde para receber mais um reforço. No caso da pólio, crianças que não tomaram nenhuma dose ao longo da vida devem receber a VIP. As que já tomaram uma ou mais doses devem receber a VOP. E, para o sarampo, todas devem receber uma dose da Tríplice Viral – desde que não tenham sido vacinadas nos últimos 30 dias.
Três em cada dez jovens e adultos de 15 a 64 anos no País - 29% do total, o equivalente a cerca de 38 milhões de pessoas - são considerados analfabetos funcionais. Esse grupo têm muita dificuldade de entender e se expressar por meio de letras e números em situações cotidianas, como fazer contas de uma pequena compra ou identificar as principais informações em um cartaz de vacinação. Há dez anos, a taxa de brasileiros nessa situação está estagnada, como mostram os dados do Indicador do Alfabetismo Funcional (Inaf) 2018.
O estudo, feito pelo Ibope Inteligência, é desenvolvido pela ONG Ação Educativa e pelo Instituto Paulo Montenegro. Nessa faixa de 29% de brasileiros classificados nos níveis mais baixos de proficiência em leitura e escrita, há 8% de analfabetos absolutos (quem não consegue ler palavras e frases). Os outros 21% estão no nível considerado rudimentar (não localizam informações em um calendário, por exemplo).
O vírus da gripe tem presença confirmada em todas as 22 Regionais de Saúde do Estado. A informação consta do último boletim da gripe divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde nesta quarta-feira (1º). O boletim confirma ainda 509 casos da doença e 77 óbitos entre janeiro e julho de 2018.
A 14ª Regional de Saúde – Paranavaí, foi a última das regionais de saúde do Paraná a confirmar a presença do vírus, com um registro da doença na cidade de Amaporã, município com 6 mil habitantes. Até então, apenas 21 regionais tinham registrado casos de influenza.
Conforme explica o chefe da Divisão de Vigilância de Doenças Transmissíveis, Renato Lopes, é preciso monitorar a gripe para identificar o comportamento do vírus no Estado e assim orientar as ações no combate à doença.
A capacidade produtiva das empresas teve forte reação em junho e recuperou grande parte da queda ocorrida em maio em razão da paralisação dos caminhoneiros, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aponta alta de 9,4% em junho em relação a maio de 2018, na série com ajuste sazonal. Em abril, havia sido registrada queda de 10,4%.
Apesar disso, o indicador de investimentos encerra o segundo trimestre com variação negativa de 0,9% sobre o trimestre anterior, também na série ajustada sazonalmente.
Já na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o indicador atingiu patamar 5,9% superior ao de junho de 2017.


