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Paraná registra morte de bebê vítima de coqueluche

Neste ano, estado já confirmou mais de 200 casos da doença

A Secretaria Municipal de Curitiba confirmou, nesta terça-feira (27), a morte de um bebê prematuro extremo de três meses em decorrência de coqueluche. O óbito ocorreu no último domingo (25) no hospital onde a criança estava internada. Segundo a Secretaria, o bebê também apresentava comorbidades que agravaram seu quadro clínico. Este é o segundo caso de morte por coqueluche registrado no Paraná em 2024. O primeiro ocorreu em Londrina, envolvendo também um bebê.

Até o momento, 223 casos de coqueluche foram confirmados no estado do Paraná em 2024, com a maioria dos casos ocorrendo em crianças de até 11 anos, segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde. A situação tem gerado preocupação entre as autoridades de saúde, que reforçam a importância da vacinação e da conscientização sobre a doença.

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A coqueluche, também conhecida como tosse comprida, é uma infecção bacteriana altamente contagiosa, causada pela bactéria Bordetella pertussis. A doença afeta principalmente as vias respiratórias, causando uma tosse intensa e prolongada que pode durar várias semanas. Em bebês e crianças pequenas, a coqueluche pode ser particularmente perigosa, levando a complicações graves, como pneumonia, convulsões, e, em casos extremos, a morte.

A transmissão da coqueluche ocorre através de gotículas de saliva expelidas no ar pela tosse, espirro ou fala de uma pessoa infectada. A bactéria se instala nas mucosas das vias respiratórias, causando a inflamação e o estreitamento das mesmas, o que resulta nos sintomas característicos da doença.

O tratamento da coqueluche geralmente inclui o uso de antibióticos para eliminar a bactéria e reduzir a gravidade dos sintomas. No entanto, a vacinação é a principal medida de prevenção contra a doença. A vacina DTP, que protege contra difteria, tétano e coqueluche, faz parte do calendário básico de vacinação infantil e deve ser administrada em várias doses ao longo da infância. Além disso, é recomendada a vacinação de gestantes, para que os anticorpos sejam transferidos ao bebê ainda no útero, oferecendo proteção nos primeiros meses de vida.

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As autoridades de saúde de Curitiba e do Paraná seguem monitorando a situação, enfatizando a importância da vacinação em dia e da observação dos sintomas em crianças pequenas, especialmente em casos de tosse persistente.

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