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Pacientes que agendam exames e não comparecem geram transtornos à fila do SUS

Secretaria de Saúde de Wenceslau Braz faz apelo à população para evitar transtornos no atendimento

O não comparecimento a consultas e exames médicos está causando transtornos significativos para o sistema de saúde de Wenceslau Braz. A ausência de pacientes sem aviso prévio resulta em horários vazios, desperdício de recursos e filas de espera mais longas, prejudicando tanto a eficiência dos serviços quanto o atendimento a quem realmente precisa.

Recentemente, muitos pacientes estão abandonando a fila do Sistema Único de Saúde (SUS) sem prestar esclarecimentos para os postos de saúdes, que agendam as consultas e exames, mas não conseguem a confirmação ou cancelamento dos agendamentos.

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Quando pessoas agendam compromissos médicos e não comparecem sem aviso prévio, o impacto vai além da simples ausência, pois provoca um desperdício de recursos e contribui para filas de espera mais longas.

Esse comportamento não apenas desorganiza o fluxo de atendimento, mas também compromete a capacidade dos serviços de saúde de atender de forma eficiente aqueles que realmente necessitam de cuidado.

Conforme explica a secretária da Saúde de Wenceslau Braz, Ana Cristina Micó, a desistência de pacientes sem aviso diminuiu em comparação ao ano passado, mas continua em uma alta porcentagem.

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“Este é um problema que não vem de hoje. No ano passado a situação era pior, pois o índice de desistentes sem aviso prévio estava acima dos 45%. Neste ano, após adotarmos algumas medidas, a porcentagem caiu para 18%, mas continua sendo uma quantia muito alta de desistentes”, comenta Ana.

Segundo ela, esse problema tem gerado grandes transtornos tanto para as instituições de saúde quanto para os pacientes. “Esse problema, que enfrentamos há tempos, traz dificuldades para os dois lados, pois quando uma pessoa não comparece, não avisa ou não nos dá uma resposta sobre o agendamento de exames ou consultas, acaba refletindo no próximo paciente, que poderia estar um passo a frente se esta pessoa tivesse pelo menos desistido”, afirma Ana.

“Além disso, os médicos que recebem o encaminhamento, são pagos por atendimento e, quando os pacientes não comparecem, não são pagos”, acrescenta a secretária preocupada com o consórcio dos médicos, que pode ser afetado pelas desistências.

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A situação ressalta a importância de uma comunicação eficaz entre pacientes e prestadores de serviços de saúde. A administração dos hospitais e clínicas continua a trabalhar para encontrar soluções que melhorem o fluxo de atendimento e reduzam os impactos negativos causados pelo não comparecimento a consultas e exames.

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