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Conheça os desafios que rodam a internet e podem matar seus filhos

Desafios que incluem comer o máximo possível, segurar a respiração, autolesão, entre outros riscos têm gerado diversas preocupações

Nos últimos anos, os desafios perigosos na internet têm se tornado uma preocupação crescente entre pais, educadores e autoridades de segurança. Esses desafios, frequentemente disseminados por meio das redes sociais e plataformas de vídeo, têm atraído a atenção de jovens e adolescentes, muitas das vezes resultando em consequências graves para a saúde física e mental dos participantes.

Desafios virais como o ‘Jogo do Apagão’ e o ‘Desafio da Rasteira’, ganharam notoriedade por encorajar comportamentos arriscados e, em alguns casos, autolesivos. Esses desafios muitas vezes começam com um convite inocente, mas rapidamente escalam para atividades perigosas, com o objetivo de gerar visualizações e compartilhamentos.

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De acordo com Aline Marotto, psicóloga em Wenceslau Braz, o isolamento social para os adolescentes acaba sendo um problema e potencializa os riscos desses desafios. “A dificuldade de fazer amigos, a timidez e a falta de habilidades sociais podem fazer com que a interação desse adolescente ocorra somente no mundo virtual, fechado no quarto, por longas horas, tendo acesso a todo tipo de conteúdo”, afirma Aline.

Segundo ela, nessa fase da vida a necessidade de aceitação e de fazer parte de um grupo atinge o seu ápice e é aí que muitas vezes para serem aceitos, admirados e incluídos nos grupos podem se colocar em situação de risco com os desafios e demais comportamentos de risco, que levam os participantes a comer o máximo possível, segurar a respiração, autolesão, entre outros riscos.

“Muitas das vezes, os instigadores desses desafios estão associados a transtornos psiquiátricos, enquanto as vítimas frequentemente enfrentam insegurança pessoal, falta de orientação e uma rede de apoio insuficiente”, explica Aline.

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Entre os mais diversos desafios perigosos que contaminam as redes sociais atualmente, estão jogos como o ‘Jogo do Apagão’. Este jogo consiste em transmitir um enforcamento ao vivo, porém, porém, a ação deve ser realizada até o participante não aguentar mais. Portanto, nem sempre o participante consegue sair da situação. Foi o caso de uma jovem argentina de apenas 12 anos de idade que faleceu no início do ano passado, quando tentava realizar o desafio.

O ‘Desafio da Rasteira’ também é um desafio que contém alto risco ao ser praticado. O jogo, também conhecido como ‘Quebra-crânios’, é realizado com três pessoas. Neste jogo, uma pessoa fica no meio e as outras duas ao redor dela. Os que estão em volta pulam e, em seguida, a pessoa do meio também pula, enquanto as outras chutam seus pés ou a parte inferior de suas pernas enquanto ela está no meio do pulo.

Com isso, a pessoa do meio, consequentemente, acaba caindo para trás. A queda pode provocar lesões irreversíveis, refletindo em fraturas, além da possibilidade de lesões de órgãos internos. Além disso, caso a pessoa do meio bata a cabeça, através do padrão e da força envolvida, pode sofrer traumatismo cranioencefálico, gerando perda da consciência, confusão mental e problemas graves de memória.

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Aline Marotto destaca a falta de monitoria dos pais como um dos principais aspectos que tornam este tipo de atividade comum entre a comunidade mais jovem, levando-os a praticar tais desafios.

“O uso da internet sem supervisão dos pais é sempre um risco durante a infância. Na adolescência, à medida que os jovens ganham mais autonomia, a supervisão pode ser reduzida para ajudar a construir uma relação de confiança entre pais e filhos. No entanto, qualquer mudança no comportamento dos adolescentes deve acender um sinal de alerta para possíveis riscos”, afirmou a psicóloga.

Além destes desafios, existem muito mais espalhados pelas redes sociais, desde desafios que requerem a ingestão de alimentos em grande quantidade, autolesão, inalar produtos tóxicos e até mesmo o homicídio. A colaboração entre pais, educadores e plataformas digitais é essencial para mitigar os riscos e proteger os menores de comportamentos prejudiciais.

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