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Universitários falam sobre os desafios de viajar para outras cidades para estudar

Número de alunos que estudam em outras cidades tem aumentado gradativamente trazendo novos desafios para sua vida acadêmica

Muitos alunos que terminam o Ensino Médio procuram dar sequência aos estudos através de cursos de graduação, porém nem sempre estes alunos tem o privilégio de encontrar uma universidade ou faculdade pública ou com o curso que desejam em sua cidade, fazendo com que tenham de se locomover até cidades maiores próximas. A Folha conversou com estes estudantes que residem em Wenceslau Braz para conhecer um pouco mais desta rotina.

A prática não é uma particularidade apenas da região do Norte Pioneiro. Uma pesquisa realizada pelo IBGE e publicada pelo portal da UOL no ano de 2012 revelou que cerca de 30% dos alunos do ensino superior não estudavam na mesma cidade em que moravam.

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Alguns dos desafios que estes alunos enfrentam podem ser listados como, por exemplo, o alto custo das mensalidades e locomoção, além do cansaço e desgaste para aqueles que trabalham durante o dia e estudam a noite. Alunos de universidades públicas possuem alguns benefícios que os ajudam, como a isenção dos custos pela universidade, cartão de isenção ou meia passagem para estudantes de maior idade.

A Folha entrou em contato com alguns alunos moradores do município de Wenceslau Braz que deram depoimentos sobre os estudos longe de casa. Maria Fernanda Abou Saab Morais deu início aos seus estudos de psicologia há dois anos na universidade particular UniFio, localizada no município de Ourinhos, interior de São Paulo, que fica há cerca de 2 horas de sua casa.

Maria Fernanda conta que seu sonho sempre foi fazer o curso de psicologia, mas infelizmente não haviam faculdades com este curso na região. Com isso, a opção foi estudar em Ourinhos. Para chegar a universidade, Maria precisa pegar um ônibus todos os dias as 17h00 que sai de Wenceslau Braz e segue passando por mais dois pontos no município e segue viagem para a universidade UniFio em Ourinhos.

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A entrevistada cita os pontos positivos e negativos da sua vida de estudos longe de casa. “É uma universidade maravilhosa, completa e com excelentes profissionais, porém, a distância é grande e nos afasta da família. Por conta desta distância, sempre chegamos de madrugada e o ônibus sempre estraga durante o trajeto”, conta Maria Fernanda.

A universitária também falou sobre o início da sua vida acadêmica. “No começo foi difícil e cansativo, pois trabalhava o dia inteiro, aí foi difícil me acostumar com a nova rotina, mas com o passar do tempo fui me adaptando”, comentou. “Começar este curso foi a melhor escolha que já fiz”, completou.

Além dos alunos que se deslocam de uma cidade para outra, alguns preferem mudar de cidade para concluir o curso pois acham mais prático a mudança do que a locomoção diária para a faculdade, porém alguns destes alunos não vão preparados para seguir sua vida sozinhos, desistindo assim de dar continuidade aos estudos.

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A Folha também entrevistou o ex-aluno do Colégio Estadual Dr. Sebastião Paraná, Emanuel Francisco da Silva Batista, que foi aprovado em 11° lugar no vestibular garantindo assim a sua vaga na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Emanuel preferiu a mudança de cidade ao invés da locomoção diária para a universidade.

Emanuel contou à Folha em uma entrevista que preferiu mudar de Wenceslau Braz para Ponta Grossa onde, segundo ele, sua irmã já mora há quase 10 anos. “A distância é muito grande e os custos para transporte são altos, por isso escolhi a mudança.”, afirma o estudante.

A Universidade Estadual de Ponta Grossa é uma universidade pública, portanto Emanuel não arca com custos de mensalidade da faculdade, facilitando assim a vivência dele sem os pais, por parte da locomoção ele paga apenas a passagem do ônibus para ida e volta da universidade.

Para ele, existem mais pontos positivos do que negativos da universidade. “Como é uma universidade pública um dos pontos positivos é não ter custos com o curso, e os professores são ótimos tendo em sua maioria mestrados no diploma, já como pontos negativos posso citar ainda a distância do meu apartamento até a universidade, fora isso é tudo bom”, conclui Emanuel.

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