Buscar

Carregando...

Carregando favoritos...

Newsletter image

Assine nossa Newsletter

Junte-se aos mais de 10k+ de pessoas que serão notificadas por nossas novidades e notícias.

Não se preocupe, sem SPAM! Você pode cancelar a qualquer momento.

Confirmidade com a LGPD

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Ao continuar a utilizar o nosso site, você aceita o uso de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Uso.

Receba Notícias no WhatsApp

Cadastre-se para receber as principais manchetes diretamente no seu celular.

* Ao clicar em inscrever-se, você será redirecionado para o WhatsApp para enviar a mensagem de confirmação.

Publicidade
Anúncio

Comunidade escolar fala sobre modelo Cívico Militar no Colégio Miguel Nassif Maluf

Evento realizado na última sexta-feira reuniu professores, funcionários, pais e alunos que falaram a Folha sobre a implementação do CCM na escola

Na última quinta-feira (08), o Colégio Cívico Militar Miguel Nassif Maluf, do município de Wenceslau Braz, no Norte Pioneiro, realizou uma reunião junto a comunidade escolar para falar sobre o novo modelo que foi implementado a instituição. A Folha conversou com professores, funcionários, pais e alunos que falaram sobre como está sendo este processo.

Luciana e Hevelin, que são mãe filha, estiveram na reunião e falaram a reportagem sobre como está sendo essa nova experiência. “Está sendo algo muito bom e que estou gostando bastante. Na minha opinião, é um exemplo que será muito bom no desenvolvimento dos alunos”, disse a mãe. Já a estudante comentou que a nova rotina está lhe agradando. “Eu acho que está sendo muito melhor e estou gostando. O que eu achei mais legal é a formação que nós fazemos todos os dias antes das aulas onde cantamos o hino nacional e realizamos atividades de formação igual à dos militares”, contou a jovem de 15 anos.

Continua após a publicidade

A professora de Língua Portuguesa Vânia Pereira da Silva, que dá aulas no Miguel Nassif há três anos, também comentou sobre o novo modelo na escola. “A Escola já contava com uma certa organização dos alunos. Com esse novo modelo, foram reforçadas algumas condutas de comportamento na rotina dos alunos seguindo as medidas que já eram aplicadas pela direção. A adaptação dos alunos nessa nova rotina tem ocorrido com grande aceitação e de forma bem tranquila agregando ainda mais pontos positivos para nossa escola”, disse a professora.

Já a jovem Nathália, que estuda na instituição há três anos e atualmente está cursando o oitavo ano, falou sobre como a mudança tem contribuído para a melhoria do comportamento dos alunos na escola. “Olha está parecendo que é algo muito bom. Já percebemos que está melhorando o comportamento dos alunos. Eu estou gostando bastante, pois agora a escola tem menos barulho e bagunça e conseguimos nos concentrar melhor nas aulas. Também achei bem legal a parte que realizamos a formação e o grito de guerra”, disse a aluna.

A Folha também conversou com Valdir Aparecido dos Santos que falou sobre como está sendo a adaptação de sua filha a nova rotina. “A gente está bastante contente com essa mudança, pois é um ponto muito positivo na formação dos filhos da gente, algo que foi muito bem aplicado. A nossa filha chega em casa entusiasmada em contar para gente como está sendo as novas atividades que ela está realizando na escola. Fico feliz em ver minha filha motivada e contente com o que ela está fazendo na escola”, comentou.

Continua após a publicidade

Angelita Aparecida Reis, que é cozinheira há dois anos na escola, também destacou a mudança no comportamento dos alunos como um ponto positivo do novo modelo. “Melhorou bastante. Os alunos já eram mais comportados em relação a outras escolas, mas agora com o novo modelo eles estão mais organizados na fila, a forma como eles nos cumprimenta, entregam os utensílios certinho após a alimentação. Estamos percebendo mudanças muito boas”, contou.

O diretor da instituição, Rivail Lucas de Oliveira, falou sobre como ocorreu o processo de implementação do modelo no Colégio. “A proposta de implementação aconteceu no início do ano passado devido a nossa escola atender aos critérios estabelecidos pela Secretaria de Estado da Educação para se tornar um Colégio Cívico Militar. Com isso, passamos a analisar a proposta e observar as mudanças que estavam ocorrendo em instituições que haviam adotado o modelo”, explicou.

Continua após a publicidade

Rivail também explicou que tanto os alunos como os pais e funcionários participaram deste processo. “Antes mesmo da implementação nós começamos a adotar algumas práticas do modelo cívico militar para ver a reação dos alunos como a formação de filas e a execução do hino nacional. Também convocamos pais, alunos, professores e funcionários para conhecer a proposta e como tudo iria funcionar. Com isso, a comunidade compareceu e tirou todas as dúvidas em relação a este processo. Já no dia 29 de novembro do ano passado foi realizada a consulta pública junto à comunidade onde a implementação do CCM foi aprovada com 278 votos a favor e 11 contrários”, contou.

O diretor ainda destacou que os próximos passos da implementação do CCM serão abertos a participação de toda a comunidade escolar. “Queremos que tudo aconteça de forma transparente e, para isso, é importante a participação de toda a comunidade escolar nas reuniões que iremos realizar. Os pais poderão acompanhar toda a rotina dos alunos e as atividades propostas a eles dentro do novo modelo. Neste primeiro momento, percebemos que tanto os alunos quanto os pais estão orgulhosos em frequentar um Colégio Civico Militar e não veem a hora de suas fardas chegarem”, destacou.

O subtenente da reserva e com 30 anos de Polícia Militar, Marco Aurélio Correa Barbosa, que é o monitor do CCM Miguel Nassif, falou um pouco sobre o seu trabalho na instituição de ensino. “É um novo desafio em minha carreira, mas também uma grande honra ter a oportunidade de levar aos alunos um pouco do meu conhecimento. Nosso objetivo é estimular e desenvolver valores como a amizade, respeito e solidariedade entre os alunos. Também trabalhamos a formação ética, afetiva e social destes jovens, além de estimular princípios básicos de ordem. Com isso, esses estudantes poderão aprimorar seus conhecimentos, disciplina, trabalho em equipe, civismo, respeito ao próximo, ao patrimônio público, aos símbolos nacionais entre outros”, comentou o militar.

O policial da reserva ainda destacou que a aceitação dos alunos e pais é uma motivação. “Fico muito feliz em saber que em poucos dias de trabalho os alunos já demonstram interesse e estão felizes em estudar neste estabelecimento e fazer parte do projeto. Os pais também têm nos relatado mudanças no comportamento dos filhos em suas casas e já está tendo fila de espera para novas matrículas. Isso faz com que essa nova missão seja algo muito gratificante”, comentou Marco Aurélio.

Receba nossas notícias no WhatsApp!

Entre no grupo Folha Extra 01 e fique por dentro de tudo.

Notícia Anterior
ED 3067
14/02/2024
Próxima Notícia
Carro capota e deixa dois feridos em Ibaiti
15/02/2024