
A Universidade Federal do Paraná vai receber até R$ 48,6 milhões, nos próximos quatro anos, para implementar seu plano institucional de internacionalização. Os recursos foram anunciados na última sexta-feira (24) pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e serão repassados por meio do Programa Institucional de Internacionalização (Print), que teve 108 instituições inscritas e selecionou apenas 25 para receber financiamento – das quais a UFPR é a única do Paraná.
O anúncio foi recebido com entusiasmo na UFPR, não apenas porque o montante de recursos superou as expectativas, mas também pelo teor do parecer do comitê de consultores seniores e internacionais que avaliou as propostas inscritas no Capes Print.
O crescimento do uso de tecnologias digitais gera preocupações dos próprios usuários com os excessos do tempo gasto com esses dispositivos. Pesquisa realizada nos Estados Unidos apontou que mais da metade dos adolescentes entrevistados (54%) consideram passar muito tempo com o celular. O levantamento foi uma iniciativa do centro de pesquisas Pew Research Center. Foram entrevistados 743 meninos e meninas de 13 a 17 anos e 1.058 pais de diversas regiões do país.
Quase metade dos jovens ouvidos (44%) disse checar o telefone assim que acorda para verificar o recebimento de novas mensagens. Segundo os dados, 28% relataram que agem assim de vez em quando. O tempo navegando em redes sociais foi objeto de preocupação de 41% dos adolescentes consultados. No caso de videogames, o percentual caiu para 26%. Do total, 58% comentaram sentir que devem responder a uma mensagem enviada, sendo 18% frequentemente e 40% em alguns momentos.
O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) atualizou as normas para o licenciamento ambiental nas atividades desenvolvidas pela aquicultura em ambientes aquáticos e semiaquáticos (portaria 215/2018).
Essa é a primeira vez que o Paraná produz uma única legislação para todas as atividades econômicas conhecidas como maricultura (na água salgada) e carnicicultura (criação de camarão em viveiros).
A medida é resultado de um ano de trabalho dos servidores do órgão. Segundo o presidente do IAP, Paulino Mexia, para definir os critérios estabelecidos na portaria foram feitas diversas reuniões com o setor produtivo, pesquisadores, universidades e representantes do Ministério Público.


