
["Jepu2019s bom de bola reuni atletas da modalidade futebol de campo"] (Foto: Folha Extra)
Entre a última quinta-feira (30) e o domingo (2), o município de Wenceslau Braz foi sede da fase regional da 65ª edição dos Jogos Escolares do Paraná Bom de Bola. Diferentemente do Jep’s que é composto por várias modalidades, a fase do Bom de Bola conta apenas com as disputas de futebol de campo.
O grupamento das equipes foi dividido entre masculino e feminino nas categorias A (atletas com idade de 15 a 17 anos) e B (atletas com idade de 12 a 14 anos) e a disputa contou com atletas estudantes das escolas que fazem parte do Núcleo Regional de Educação de Wenceslau Braz.
Assim, participaram as cidades de Arapoti representada pelos times do Colégio Estadual Rui Barbosa, Colégio Sespp, Colégio Estadual João Paulo II e Colégio Agrícola (CEEP), Jaguariaíva com o Colégio Estadual Rodrigues Alves e Colégio Estadual Padre José Anchieta, Santana do Itararé com os Colégios Estaduais Antônio Delfino Fragoso e Humberto Castelo Branco, Sengés com os Colégio Estaduais Anita Grandi Salmon e Professor Erasmo Braga e Wenceslau Braz com a participação do Colégio São Tomaz de Aquino, Colégio Estadual Ary Barroso, Colégio Estadual Professor Milton Benner.
Como resultado final da competição regional, sagraram-se campeões o Colégio Rui Barbosa e João Paulo II nas categorias feminino A e masculino B respectivamente, o Colégio Humberto Castelo Branco na categoria masculino A, com destaque para o colégio brazense Ary Barroso na categoria feminino B. Agora, os atletas classificados se preparam para disputar a fase macrorregional em Abatiá de 25 a 30 de setembro. O melhores seguem para a fase final.
Miguel Dromboski, coordenador técnico da regional do Jep’s Bom de Bola falou sobre a importância dos jogos para os alunos. “Os jogos escolares Bom de Bola no Paraná proporcionam a inserção dos alunos junto ao esporte e a convivência social com outros estudantes. Além disso, essa competição também pode trazer ainda mais oportunidades para estes jovens, pois sempre há olheiros que acompanham as disputas para observar jogadores. Já houve vários casos de descoberta de revelações”, destaca.


