
["Para Malucelli, o Governo tem de ser integrado"] (Foto: Reprodução/Internet)
Convidado para ser vice na chapa de Cida Borghetti (PP) ao governo do Estado aos “45 minutos do segundo tempo”, na véspera da convenção em 4 de agosto, o coronel da reserva da Polícia Militar Sergio Malucelli (PMN), acredita que seu nome tenha sido escolhido para fazer frente a uma das maiores demandas do eleitorado, a Segurança Pública. Além de sua história como comandante-geral da PM durante três governos (Jaime Lerner, Mario Pereira e Roberto Requião), o provável secretário de Estado da Segurança em um eventual governo da chapa possui trânsito nas três principais associações de policiais militares. Também presidiu nos últimos anos a Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (Fetranspar), é correligionário do prefeito de Curitiba Rafael Greca (PMN), e é primo do multiempresário Joel Malucelli (PODE), suplente do senador Alvaro Dias (PODE). As ligações o credenciaram para compor a chapa que reúne os maiores partidos coligados entre os concorrentes.
Malucelli afirma que sua influência na campanha e no governo estarão diretamente relacionadas aos projetos que tem para a Segurança Pública, agregado ao bom relacionamento com empresários do agronegócio, do transporte e logística no Estado. Entre seus projetos está a criação de um centro público de informações compartilhadas de empresas de segurança privada. “Hoje nada mais pode ser feito sem integração. Já estamos conversando com as empresas”, adianta.
O coronel também aponta que vai incluir as empresas nas estratégias de segurança no campo, aliando duas de suas áreas de atuação, e mais o monitoramento de estradas, na terceira área. “Vamos aproximar a segurança da área rural, para evitar invasões de terra, furtos, queimadas e essas coisas que acontecem na área rural. No setor de transportes, temos que ter monitoramento das rodovias por câmeras integradas. Tudo tem que ser integrado”, planeja.


