Quem quer ser deputado? Muita gente! No TSE estão inscritos 1.210 pessoas para concorrer a uma cadeira na Assembleia ou na Câmara.Quem almeja a faixa de deputado estadual deverá entrar na disputa de 14,1 candidatos por vaga, são 763 pessoas para 54 lugares.Para deputado federal, a concorrência é um pouco maior, 14,9 candidatos por vaga – ou 447 pessoas para 30 lugares.
No primeiro dia do programa eleitoral após o ataque ao candidato Jair Bolsonaro, a maioria dos presidenciáveis não se referiu sábado (8) ao episódio.
Os candidatos Geraldo Alckmin (PSDB) e Alvaro Dias (Podemos) trataram diretamente da agressão a Bolsonaro, na tarde de quinta-feira, em Juiz de Fora (MG). Ambos manifestaram solidariedade e condenaram a violência.
Alckmim apelou para a pacificação do país e disse que o Brasil "está estarrecido com o ato de violência contra o candidato Jair Bolsonaro".
O tucano condenou a violência, argumentando que esse é o pior caminho e que o ódio cresceu com o PT.
"É preciso ter serenidade para separar as coisas. Uma coisa é um atentado a um candidato, ato vil e covarde contra ele e qualquer ser humano. Outra coisa é não deixar que esse acontecimento nos impeça para olhar com cuidado para os problemas do Brasil", afirmou.
Diferença de ideias devem ser respeitadas, diz Alckmin.
Na primeira pesquisa feita depois da facada em Jair Bolsonaro, os números apontam que o candidato subiu quatro pontos nas intenções de voto. Passou de 26 para 30%. Na espontânea também houve crescimento, de 21 para 26%.Ciro Gomes aparece em segundo lugar com 12%, igual o levantamento anterior.Marina Silva, Fernando Haddad e Geraldo Alckmin estão empatados com 8%. Na pesquisa anterior, Marina tinha 11%, Alckmin estava com os mesmos 8% e Haddad, 6%.João Amoêdo, Álvaro Dias e Henrique Meirelles estão com 3%. O único que subiu o percentual foi Meirelles. No levantamento anterior, ele teve 2%. Amoêdo caiu, ele tinha com 4%.
A pesquisa foi feita pela FSB entre os dias 8 e 9 de setembro, com 2000 eleitores, e está registrada no TSE com o número 01522/2018. A margem de erro é de 2%, com intervalo de confiança de 95%.
O País perdeu exatos 28.007.956 de eleitores este ano – os inaptos, por variados motivos – e em outubro cerca de 147,3 milhões brasileiros poderão ir às urnas, em vez de 175 milhões anteriormente cadastrados.
Os dados foram levantados pelo Tribunal Superior Eleitoral para a Coluna, com base no mais recente cadastro eleitoral do Tribunal este ano.
São em sua grande maioria os eleitores que não votaram nas últimas três eleições e não justificaram os votos. Seus nomes estão suspensos das listas das seções eleitorais.



